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Vivemos dias em que o cuidado ambiental se torna mais presente na consciência popular. Projetos de educação ambiental, tanto por iniciativa dos governos quanto por iniciativa da sociedade organizada, ganham cada vez mais espaço na mídia. Levantam-se perguntas, tais como: qual seria a melhor forma de descartar o lixo? 

Que métodos de reciclagem reaproveitam os materiais descartados com mais produtividade e menos agressividade ambiental? O que fazer com a “sucata”?

 No caso desta última indagação, as ideias se multiplicam, a saber: obras de arte feitas desucata, expostas em museus conceituados do mundo inteiro; roupas de grifes famosas, feitas com sucata, exibidas por modelos internacionais durante as “semanas da moda”; projetos de decoração feitos de sucata, assinados por designers e arquitetos de renome; entre outras utilizações que levam as pessoas a se perguntarem: foi “feita de sucata”? 

Apesar de todo esse esforço para tornar nobre o uso conceitual da sucata, subjaz a verdade de que “sucata é sucata” e “sucatear” continua a ter uma conotação negativa, a exemplo desta expressão: “a indústria brasileira está sucateada”.

Como se pode ver, a sucata já está presente em muitos lugares, ambientes e realidades. Mas, será que ela já se encontra dentro das igrejas? Não, eu não me refiro à presença de materiais provenientes de sucata usados nas dependências físicas de uma igreja, tais como prédios, salas e instalações; refiro-me à “sucata do mundo”!

Há algumas décadas, os países que outrora alavancaram as maiores iniciativas missionárias viram surgir, dentro de seus territórios e em diversas denominações evangélicas, um movimento que clamava por “contextualização”. 

O que era um movimento se transformou numa corrente teológica, advogada em vários congressos teológicos mundiais e que pode ser denominada de “Teologia da Contextualização”, com reflexos avassaladores na igreja evangélica brasileira (p. ex., um bloco de carnaval especializado em samba “gospel” que canta e dança pelas ruas do Rio de Janeiro, minha cidade natal, com o intuito de “evangelizar” os foliões! Afinal, como propôs o “reverendo” Maquiavel, “os fins justificam os meios”, embora ele nunca tenha escrito isso na sua famosa obra O Príncipe).

Não há dúvida de que o Senhor Jesus, o apóstolo Paulo e outros servos fiéis souberam se situar dentro dos contextos em que estiveram neste mundo, sem comprometer a “fé e a boa consciência” (1Tm 1.19). Entretanto, a proposta anômala dessa contextualização extremada é a de que a Igreja precisa se tornar como o mundo para ganhar o mundo.

O pastor John F. MacArthur Jr., em seu livro intitulado Com Vergonha do Evangelho, confronta essa sutileza perversa nos seguintes termos:

O conceito de que a Igreja precisa se tornar como o mundo a fim de ganhar o mundo para Cristo alcançou o evangelicalismo como uma tempestade súbita. Hoje em dia, cada atração mundana tem sua imitação “cristã” [...]. De onde os cristãos tiraram a ideia de que poderiam ganhar o mundo ao imitá-lo? Será que existe qualquer resquício de justificativa bíblica para esse tipo de pensamento? Muitos especialistas em Marketing afirmam que existe e já convenceram uma miríade de pastores. Ironicamente, costumam citar o apóstolo Paulo como alguém que defendeu a adaptação do Evangelho ao gosto do auditório. 

Um deles escreveu: “Paulo nos legou aquilo que eu considero a perspectiva mais rica do marketing nas comunicações; o princípio que chamaremos de contextualização (1Co 9.19-23). Paulo... estava disposto a moldar sua comunicação de acordo com as necessidades dos ouvintes, para obter os resultados que desejava”. “O primeiro a utilizar o marketing na igreja foi o apóstolo Paulo”, ecoa outro. Afinal de contas, o apóstolo realmente escreveu: “Fiz-me fraco para com os fracos, com o fim de ganhar os fracos. 

Fiz-me tudo para com todos, com o fim de, por todos os modos, salvar alguns. Tudo faço por causa do evangelho, com o fim de me tornar cooperador com ele” (1Co 9.22-23). Seria isso uma ordem para nos servirmos do pragmatismo no ministério? Estaria o apóstolo sugerindo que a mensagem do evangelho pode ser ajustada para atrair as pessoas, acomodando-se aos apetites que elas têm por certas diversões e agradando seus vícios prediletos?1

Para o pragmático, a prioridade é saber se determinada prática é vantajosa, sem preocupação se tal prática está ou não de acordo com a Bíblia.

É evidente que o apóstolo Paulo, quando disse: “... tudo faço por causa do evangelho...”, não estava sugerindo que a mensagem do Evangelho e a sã doutrina fossem diluídas para satisfazer os desejos mundanos dos descrentes, muito menos as paixões carnais dos crentes. 

Contudo, a sucata do pragmatismo acoplada estrategicamente à sucata mercadológica do marketing se apresentam hoje como a solução para salvar a Igreja do Senhor Jesus dessa “crise” que, segundo pensam, pode levá-la à “extinção”. É como se dissessem: “Acuda, Jesus precisa de ajuda!” Que piada de mal gosto com o Único e “... Soberano Senhor...” (At 4.24; 2Pe 2.1; Ap 6.10).

Esse pragmatismo, sistematizado filosoficamente por Charles Sanders Peirce, William James e John Dewey, se infiltra sutilmente na Igreja com a concepção de que as metodologias que “funcionam” são mais relevantes e viáveis do que as metodologias bíblicas. 

O pragmatismo tem suas raízes no darwinismo e no humanismo. É essencialmente relativista a ponto de descartar qualquer noção que defina absolutos, tais como: certo e errado; bem e mal; verdade e mentira. O pragmatismo define a verdade como aquilo que é útil, significativo e benéfico. 

Para o pragmático (tenha ele o título de: pastor, evangelista, teólogo, diretor de organização missionária, professor de faculdade teológica, autor de livros cristãos, editor cristão, músico cristão, fundador de ONG cristã, político cristão, psicólogo cristão, dramaturgo e coreógrafo cristão, etc.) a prioridade é saber se determinada prática é vantajosa (seja lá por qual critério for), sem a mínima preocupação se tal prática está ou não de acordo com os princípios, modelos e exemplos bíblicos. 

O pragmático começa a desenvolver sua estratégia de “evangelização” com a seguinte pergunta: “Do que os incrédulos gostam?” A partir daí, adapta o conteúdo de sua mensagem e delineia suas iniciativas. Entretanto, dizem eles: “É o que dá resultado!” E continuam a se deliciar com “a igreja cada vez mais cheia de gente vazia!”

Não há como negar que a origem de toda essa sucata é o mundo. A Bíblia categoricamente afirma: “Sabemos que somos de Deus e que o mundo inteiro jaz no Maligno” (1Jo 5.19 – ARA). Nesse texto, a palavra “mundo” (originária do termo grego kosmos) assume sua conotação eticamente má, para se referir à humanidade descrente e alienada de Deus, organizada pelo “príncipe deste mundo” (i.e., o Diabo; o Maligno; cf. Jo 16.11), em oposição a Jesus Cristo, à Sua Palavra e àqueles que pela fé O seguem. 

O verbo “jazer” traduz o termo grego keimai, o qual, dentre outros significados, expressa a ideia de “deitar”, “estar sepultado” ou “encontrar-se sob o cruel domínio de alguém”, no caso, sob o controle de Satanás, o “Maligno”, o “deus desta era” (2Co 4.3-4). 

O apóstolo João, na sua primeira epístola, flagrou, já no final do primeiro século d.C., a penetração sorrateira da mentalidade gnóstica na Igreja e, impelido pelo Espírito Santo, combateu o gnosticismo esotérico que promovia uma falsa espiritualidade, centrada no conceito dualista de que o espírito é integralmente bom e a matéria é integralmente má. 

Esse engodo, mesclado com a Fé Cristã, gerou distorções na convicção de muitos sobre a salvação do ser humano, sobre a Pessoa divino-humana de Jesus Cristo, sobre o procedimento dos crentes, já que a crença gnóstica pregava a necessidade de rigor ascético no trato com o corpo (i.e., a matéria corpórea), mas descompromissava moralmente o indivíduo, sob a justificativa de que o corpo é inerente mau, o que resultou numa espécie de ascetismo pseudocrístão e numa licenciosidade imoralmente mundana. 

Em 1João 2.15-17, o apóstolo escreve: “Não amem o mundo nem o que nele há. Se alguém ama o mundo, o amor do Pai não está nele. Pois tudo o que há no mundo – a cobiça da carne, a cobiça dos olhos e a ostentação dos bens – não provém do Pai, mas do mundo. O mundo e a sua cobiça passam, mas aquele que faz a vontade de Deus permanece para sempre”. 

Diante do fato de que “o mundo jaz no Maligno” e de que “tudo o que há no mundo [...] não provém do Pai, mas do mundo”, somente alguém realmente mundano conceberia a ideia de que o mundo, no sentido eticamente mau do termo kosmos, pode oferecer meios e recursos que atraiam os descrentes para o verdadeiro Jesus ou que edifiquem os verdadeiros crentes em Cristo. 

Por isso, o apóstolo Paulo alerta: “Tenham cuidado para que ninguém os escravize a filosofias vãs e enganosas, que se fundamentam nas tradições humanas e nos princípios elementares deste mundo, e não em Cristo” (Cl 2.8).

Essa mentalidade do “tem de tudo para todos”, geralmente aplicada a vários segmentos do comércio e do entretenimento, já entrou aplaudida pela porta da frente das igrejas. 


O pastor, pensador e escritor, Aiden Wilson Tozer (1897-1963), num de seus livros, intitulado A Raiz dos Justos, observa, com agudez, o modo pelo qual a Igreja de sua época já tinha se prostrado diante do “grande deus Entretenimento”:

Por séculos a Igreja se manteve solidamente contra toda forma de entretenimento mundano, reconhecendo-o pelo que era – um meio de desperdiçar o tempo, um refúgio contra a perturbadora voz da consciência, um esquema para desviar a atenção da responsabilidade moral. Por isso ela sofreu rotundos abusos por parte dos filhos deste mundo. 

Mas, ultimamente, ela se cansou dos abusos e parou de lutar. Parece ter decidido que, se ela não consegue vencer o grande deus Entretenimento, pode muito bem juntar suas forças às dele e fazer o uso que puder dos poderes dele. Assim, hoje temos o espantoso espetáculo de milhões de dólares derramados sobre o trabalho profano de providenciar entretenimento terreno para os, assim chamados, filhos do Céu. Em muitos lugares, o entretenimento religioso está eliminando rapidamente as coisas sérias de Deus. 

Em nossos dias, muitas igrejas têm se transformado em meros teatros pobres, onde “produtores” de quinta categoria mascateiam suas mercadorias falsificadas com total aprovação de líderes evangélicos conservadores, os quais são capazes de citar um texto das Escrituras Sagradas em defesa de sua delinquência. E raramente alguém ousa levantar a voz contra isso. 2

A evidência da sucata do mundo nas igrejas testemunha contra a soberania de Deus na salvação do homem e na edificação do crente em Cristo.

A evidência da sucata do mundo nas igrejas testemunha contra a soberania de Deus na salvação do homem e na edificação do crente em Cristo; testemunha contra a glória de Jesus Cristo na “igreja de Deus, que ele comprou com o seu próprio sangue” (At 20.28), pois exalta o ser humano e a necessidade humana como o centro de tudo, a fim de justificar a utilização de todo e qualquer meio que produza certa “impressão de bem-estar” (Pv 1.32 – ARA). 

O Senhor Jesus garantiu que Ele mesmo edificará soberanamente Sua Igreja e lhe dará vitória sobre a morte, ao asseverar: “... e sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do Hades [i.e., ‘mundo dos mortos, reino da morte, sepultura ou morte’] não poderão vencê-la” (Mt 16.18).

O autêntico Evangelho de Cristo continua a ser “o poder de Deus para a salvação de todo aquele crê” (Rm 1.16) e a Palavra de Deus, a Bíblia, continua a ser “viva e eficaz” (Hb 4.12), “... útil para o ensino, para a repreensão, para a correção e para a instrução na justiça, para que o homem de Deus seja apto [i.e., ‘maduro, completo’] e plenamente preparado para toda boa obra” (2Tm 3.16-17). 

Para agradar a Cristo, o seu Cabeça, a Igreja não precisa da sucata do pragmatismo, da mercadologia marqueteira, da franchising que “instantaneamente” produz igrejas idênticas em qualquer parte do mundo como se fosse “pipoca de micro-ondas”, do psicologismo terapêutico, do Teísmo Aberto, de uma Teologia da Missão Integral, da espetacularização dos cultos, entre outras “sucatas”.

Sabemos que “ninguém pode colocar outro fundamento além do que já está posto, que é Jesus Cristo” (1Co 3.11), pelo que, um dia, todos nós, crentes em Jesus, prestaremos conta “perante o tribunal [i.e., ‘tribuna’] de Cristo” (2Co 5.10). Portanto, é imprescindível que “cada um veja como edifica” (1Co 3.10 – ARA). 

Jamil Abdalla Filho

Notas:
1) John F. MacArthur Jr., Com Vergonha do Evangelho (Editora Fiel, 2010), p. 100-101.

2) Aiden Wilson Tozer, O Melhor de A. W. Tozer, 3ª ed. (Mundo Cristão, 2007), p. 111.

Phonte: A Chamada

Por Redação RadioJovem


Preocupação é o saco de pano de fardos. Ela transborda com “e-se’s” e “como-é-que-vamos”. E se depois de todo meu regime eu descubro que alface engorda e chocolate emagrece? 

Como é que vamos pagar as mensalidades da faculdade do nosso bebê?” “E-se’s” e “como-é-que-vamos”... o saco de pano de fardos. Pesado. Desajeitado. Feio. Áspero. Irritante para carregar e impossível de entregar!

Ninguém quer as suas preocupações. A verdade é que nem tampouco você as quer. Ninguém precisa lhe lembrar do alto custo da ansiedade, mas eu vou. A preocupação divide a mente. Ela divide a nossa energia entre as prioridades de hoje e os problemas de amanhã. O resultado é uma vida com metade da nossa mente.

Hebreus 4:16 nos encoraja assim: “aproximemo-nos do trono da graça com toda a confiança, a fim de recebermos misericórdia e encontrarmos graça que nos ajude no momento da necessidade.” A ajuda de Deus vem em boa hora. E como isso faz uma diferença!

Tradução por Dennis Downing

Por Redação RadioJovem

AS PESSOAS CHAVES DE UMA CÉLULA       
DENTRO DA ESTRUTURA - de células existem algumas pessoas fundamentais. Elas desempenham funções básicas e imprescindíveis para o funcionamento da célula.
1. O líder da célula
É alguém que se converteu, Foi discipulado, batizou-se, foi ao Encontro com Deus, ao Seminário de Aliança, fez a Escola de Líderes, tornou-se um auxiliar de célula durante algum tempo, e que agora, depois da multiplicação da célula, tornou-se líder e tem a sua própria célula. Ele lidera uma célula de acordo com sua faixa etária, e na própria rua  onde mora. De preferência, o mais próximo da Igreja onde congrega.
O líder de célula é a figura chave dentro da estrutura de células. Ele não precisa ter um alto nível cultural ou intelectual, e nem tão pouco ser um grande conhecedor das Escrituras. Não precisa saber responder a todas as perguntas sobre a Bíblia, nem ter uma retórica impecável. Todavia, deve apresentar as seguintes características: ser cheio do Espírito Santo, ser submisso, ser ensinável, ser transparente e ser tratável.

A.  O líder de célula deve ser cheio do Espírito.
O que se espera de um líder, em primeiro lugar, é que ele seja cheio do Espírito Santo. Isto vai gerar vida na célula e fazer frutificar o seu trabalho. É preciso uma vida de oração íntima e diária com Deus e com a Sua Palavra. As pessoas vão ao grupo esperando receber vida de Deus, e o líder cheio do Espírito vai manifestar alegria, intensidade, profundidade e amor.
B. O líder de célula deve ser submisso.
Quem não aprendeu a se submeter, também não pode liderar. Não podemos tolerar pessoas arrogantes, soberbas, jactanciosas e divisivas na liderança. Tais pessoas acabam por esfacelar o Corpo de Cristo. Precisamos ser cuidadosos neste ponto.
C. O líder de célula deve ser ensinável.
Isso significa: disposto a aprender com qualquer um, sem se julgar doutor em coisa alguma. Líderes que se julgam conhecedores de tudo e nunca participam de reuniões de treinamento e discipulado deveriam ser afastados; eles não trazem o Espírito de Cristo.
D. O líder de célula deve ser transparente.
O líder, como homem de Deus, deve andar na luz e não ocultar coisa alguma do seu caráter. Isto é o que o torna alguém confiável. Ele não dissimula coisa alguma e os seus problemas podem ser percebidos e, conseqüentemente, corrigidos.
E. O líder de célula deve ser tratável.
Se, na sua transparência, percebemos algo errado, ele deve ser suficientemente aberto para permitir ser tratado e corrigido. Um líder não pode ser melindroso e deve estar disposto a ouvir o que precisa e não somente o que é agradável. Sem estas características básicas, uma pessoa não deve ser constituída como líder de célula
2. O Timóteo
É alguém que se converteu, Foi discipulado, batizou-se, foi ao Encontro com Deus, ao Seminário de Aliança, fez a Escola de Líderes, e que está agora sendo treinado, de forma prática, pelo líder de célula, para ser um líder, depois da multiplicação daquele grupo do qual faz parte. Ele caminha junto com o líder e é o seu virtual substituto.
O Timóteo é um líder em treinamento. Todo Timóteo deverá se tornar um líder de célula depois da multiplicação da mesma.
Todos os aspectos de caráter que se aplicam ao líder devem ser observados na vida do Timóteo, durante o tempo em que estiver auxiliando. Todo o trabalho que o líder de célula realizar, deverá ser feito junto com o seu Timóteo. Esta é uma forma prática de treiná-lo para fazer o mesmo depois, em outra célula.
Cada líder de célula deve ter um Timóteo (auxiliar). Uma célula sem um líder Timóteo (auxiliar) tem poucas chances de se multiplicar com saúde. O Timóteo (auxiliar) é aquele que carrega o DNA da visão, para que a próxima célula mantenha a visão como foi concebida.
O líder e seu Timóteo (auxiliar) são servos para a célula, e não mestres ou professores. Podemos dizer que eles são "facilitadores". O líder e seu Timóteo (auxiliar) devem ter em mente que precisam conduzir o grupo de tal forma, que cada membro possa funcionar de acordo com o seu dom.
3. O anfitrião da célula
É aquele que recebe os irmãos na sua casa com disposição e amor, para o bom funcionamento de um célula. Ele pode receber o grupo por um tempo determinado (por exemplo, por seis meses), ou pode ter a célula na sua casa por tempo indeterminado. O que se espera dele é que seja hospitaleiro e receba bem os irmãos.
Um anfitrião pode receber mais de uma célula em sua casa em dias diferentes da semana. Também é normal haver uma célula de adultos e outra de crianças se reunindo simultaneamente na mesma casa.
O ideal é termos grupos somente em casas onde os dois cônjuges são crentes. Entretanto, reconhecemos que há circunstâncias onde este padrão não pode ser seguido. Temos tido bons grupos, que funcionam em casas onde apenas um dos cônjuges é convertido. Se o não convertido não se opõe, podemos ter uma célula saudável em sua casa.
O anfitrião tem duas funções básicas: receber bem os irmãos e se envolver na vida do grupo.
O anfitrião é uma peça chave na multiplicação da célula. Se as pessoas que forem a uma célula não se sentirem à vontade, aquela célula jamais prosperará! Por isso, o anfitrião deve ser amável, hospitaleiro e receptivo, mantendo sempre um sorriso aberto para todos. É necessário também que ele evite a todo custo estar ausente de uma reunião. É desagradável ir a uma casa onde o dono não está presente.
Se o anfitrião tem qualquer reclamação quanto à conduta de algum irmão, como por exemplo, sobre sua intimidade exagerada na casa, ou danos nos móveis, o anfitrião deve falar ao líder sobre o assunto, à parte, e nunca na frente de todo o grupo. Cabe ao líder corrigir os problemas. Quando o próprio líder for o anfitrião, caberá ao auxiliar desempenhar este papel.
Durante as reuniões da célula, não deve haver televisão ligada na sala ao lado, e nem outra reunião paralela. O anfitrião deve zelar para que nada atrapalhe o bom andamento da reunião. Isto só é possível quando o anfitrião entende que está desempenhando um ministério diante de Deus, e não meramente cedendo a sua casa para uma reunião.
Há anfitriões que entregam a sua casa, mas não participam da célula. Isso é tomado pelas pessoas como indiferença e contragosto. Os donos da casa devem ser mais do que sorridentes e simpáticos; eles devem participar ativamente da célula. A questão aqui não é de formalidades, como cortesia e gentileza, mas de levar as pessoas a se sentirem parte da família. Com a nossa família não nos preocupamos com deferências. Por quê? Por que todos estão à vontade. É o suficiente. O mesmo vai acontecer na célula; quando a intimidade crescer, desaparecerão as formalidades.
4. O Supervisor
É um líder de célula que, por ter manejado bem a sua célula, a multiplicou, formando dela duas ou mais células. Ele supervisiona uma quantidade "x" de células, de acordo com a sua capacidade e disponibilidade de tempo. A princípio, ele pode supervisionar enquanto ainda lidera o seu próprio grupo. esta é a sua principal função: supervisionar as células, guardando a visão para que não se degenere.
5. O Supervisor de área
É um líder de célula bem sucedido, que se tornou um Supervisor reconhecido, porque tem sido bem sucedido em liderar e multiplicar os seus grupos. Ele apascenta as células debaixo da sua cobertura, edificando os seus membros e encorajando-os. Ele é responsável por uma quantidade de Supervisores e suas células. Ele se reúne uma vez por semana com eles, como um grupo, e individualmente, com cada líder.
A Reunião da Célula

O COMPARTILHAMENTO DA PALAVRA
O período de compartilhamento é fundamental para a edificação dos membros do grupo. Nesse momento, o líder deve pedir que cada irmão compartilhe aquilo que Deus falou com ele durante a ministração da Palavra ou algo que tem acontecido em sua vida nesses dias. O alvo é que cada um possa compartilhar o que ouviu de Deus, e se está ou não praticando o que foi ministrado. Todos devem falar, ainda que por poucos minutos.
1. Diretrizes para o compartilhamento da Palavra:
a) não pressione ninguém a orar, falar ou compartilhar. Estimule as pessoas, mas não as pressione. Isso pode afastá-las do grupo.
b) Não deixe que os irmãos aproveitem a oportunidade para falar de assuntos irrelevantes. Cada um deve compartilhar somente o que Deus falou consigo através da Palavra ministrada no dia ou sobre algo que ele está enfrentando em sua vida prática.

c) Estimule o compartilhamento de problemas e lutas pessoais com o grupo. Onde há honestidade os vínculos são firmados. Tenha o bom senso de perceber os limites de detalhes das confidências compartilhadas.
d) Todo testemunho deve ser para edificar e motivar o grupo. Desestimule toda palavra negativa e pessimista.
e) Nunca permita discussões doutrinárias. O momento não é para debater doutrina, mas para relatar vivências pessoais.
f) Não deixe que uma pessoa monopolize esse tempo falando excessivamente.
g) Não permita que um irmão exponha a falha de outro.
Cada um deve falar somente dos seus próprios pecados, suas próprias lutas e fracassos
h) Não tente ter todas as respostas.
Uma vez que alguém fala uma pergunta, não se julgue na obrigação de ter que dar uma resposta. Caso não saiba, diga que vai perguntar a um dos pastores e depois trará a resposta ao grupo.
A regra geral para o líder é: esteja sempre alegre e bem humorado nas reuniões. Isto libera a tensão, relaxa o corpo e descansa o nosso espírito. Todo o grupo se ressente de um líder constantemente melancólico.
j) Lembre-se sempre de deixar o Espírito dirigir a reunião.
Deus pode usar alguém nesse momento de compartilhamento e dar uma virada na reunião. Seja sensível a isso.
2. A melhor forma de conduzir o compartilhamento é fazendo perguntas aos membros
As pessoas estão mais interessadas no que elas têm a dizer do que no que elas têm de ouvir. Por isso, a melhor forma de estimular o compartilhamento na célula é fazendo perguntas. No final de cada Palavra, escreva algumas perguntas para facilitar o compartilhamento do grupo.
a) Perguntas envolvem o grupo
Quando não há envolvimento, não há discipulado.
Quando não há envolvimento, não há mudança.
Quando não há envolvimento, não há instrução e ensino.
É impossível envolver pessoas sem fazer-lhes perguntas!
O líder precisa trabalhar para que cada membro da célula compartilhe algo significativo com o grupo a cada semana.
b) Perguntas edificam relacionamentos
A célula possui muitos objetivos, e um deles é a edificação de relacionamentos e vínculos de amor. Boas perguntas ajudam o grupo a se conhecer e aprofundar os vínculos. Quando respondemos perguntas falamos de nós mesmos e nos damos a conhecer. Quando somos conhecidos e conhecemos os outros, os medos e constrangimentos desaparecem.
c) Perguntas nos ajudam a descobrir as necessidades da célula
Os líderes precisam conhecer o nível espiritual de cada membro e quais as suas necessidades mais urgentes. Essas informações são claramente fornecidas quando as pessoas respondem às perguntas. As perguntas revelam o grau de maturidade do grupo. Não é possível haver compartilhamento na célula sem perguntas.
3. Como elaborar boas perguntas
Todo líder de célula precisa ser um especialista na arte de formular perguntas. Não podemos deixar nenhuma pessoa excluída do compartilhamento e as perguntas são a melhor forma de envolvê-las.
a) Boas perguntas são amplas
Nunca faça uma pergunta cuja resposta seja simplesmente sim ou não. Uma boa pergunta deve estimular o compartilhamento e não bloqueá-lo.
b) Boas perguntas não inibem a resposta
Um líder resolve perguntar para alguém:
- Você crê na Bíblia, não crê? Esta é uma pergunta repressora que já traz a resposta que esperamos que a pessoa nos dê.
c) Boas perguntas estimulam a honestidade
É melhor perguntar: ?O quê?, Qual?, ou Como?, do que perguntar ? porquê?. É melhor perguntar, por exemplo, ?Como você se sentiu?, do que ?Por que você sentiu?
Respostas aos porquês são difíceis e quase sempre polêmicas. Mas, quando perguntamos: ?O quê?,  ?Qual? ou ? Como?,  a resposta é quase sempre pessoal e prática; é um estímulo à honestidade.
d) Boas perguntas produzem novas perguntas
Perguntas amplas estimulam as opiniões e as experiências, além de favorecerem o pensamento e aprendizagem. Se depois de perguntar algo a alguém o compartilhamento acaba, então a nossa pergunta não foi feliz.
4. A honestidade na célula
Um dos objetivos do compartilhamento é que as pessoas possam também abrir eventuais dificuldades pessoais e buscar ajuda no grupo. Somos perdoados quando confessamos nossos pecados a Deus; mas somos curados quando também confessamos aos nossos irmãos.
Sua tarefa como líder de célula é criar um ambiente onde as pessoas possam ser honestas e encontrar ajuda para sua dificuldade. Procure eliminar toda barreira à honestidade em sua célula. Veja como você pode estimular a honestidade na célula.
a) Estimule um ambiente adequado
Os membros da célula estão mais interessados em discutir teologia do que se envolver com vidas carentes do amor de Deus? Estão mais interessados na festividade do que nas pessoas? Crie, então, um ambiente que valorize as pessoas e suas necessidades.
b) Ensine as pessoas a serem sensíveis
Uma das maiores barreiras à honestidade surge quando pensamos que somos os únicos com problemas. Quando estamos numa batalha e ninguém se solidariza conosco, a tendência é nos sentirmos os piores e mais fracos da igreja. Sempre que alguém estiver em dificuldade, solidarize-se com ele, compartilhando algo pessoal também.
c) Não permita, na célula, a presença dos ?amigos de Jó?
Eventualmente, alguns irmãos bem intencionados, são muito rápidos em oferecer diagnósticos. E assim, ao invés de ajudar-nos, acusam-nos, dizendo: ?Você não tem orado o suficiente ?ou ?O diabo está oprimindo você?, etc. Tais comentários até podem ser verdadeiros, mas precisam ser expostos de forma a não produzir fardo e acusação.
Há pessoas que não expõem suas dificuldades financeiras, por temor de serem acusadas de infidelidade nos dízimos e nas ofertas. Outras carregam enfermidades sozinhas com receio de alguém afirmar que aquela doença é castigo de Deus, por algum pecado oculto e não-confessado. O que não falta em nosso meio são os ?amigos de Jó?. Estão sempre prontos a dizer: Se não houvesse pecado na sua vida, você não estaria assim?.
5. Não permita inconfidências
Uma das maiores barreiras à honestidade é o medo das fofocas. Se as pessoas perceberem que algum membro da célula não é confiável elas jamais se abrirão ali honestamente.
  Os momentos de uma reunião da célula
. Envolvimento ou quebra-gelo
. Louvor e adoração
. Edificação na Palavra
. Compartilhamento
. Oração pelas necessidades
. Comunhão
. Apelo evangelístico
Um formato simples de reunião
1.Coloque as cadeiras em forma de círculo;
2.Apresente os visitantes, quando houver;
3.Use uma forma de  quebra-gelo;
4.Testemunhe alguns motivos de louvor;
5.Ministre a Palavra para aquela reunião;
6.Facilite a conversa no compartilhamento;
7.Compartilhe a visão do grupo;
8.Ore pelas pessoas necessitadas;
9.Faça um apelo para salvação;
10.Termine com um lanche



Por Redação RadioJovem




 (Foto: ERI VIEIRA)
Tema: INCOMODANDO O MUNDO ...................................Atos 17:1-9

Palavra: A cidade de Tessalônica era um local estratégico para as rotas romanas, tinha um porto muito movimentado e era a capital da Macedônia. Uma cidade rica e tranquila.

Certamente já tinham ouvido falar de Paulo e os efeitos de sua pregação por onde passava, por isso o temiam tanto. Paulo já havia pregado em várias cidades importantes da redondeza e agora chegara a Tessalônica. Com apenas três semanas pregando, já havia alcançado várias pessoas e incomodado a 'estável' sociedade. Precisamos incomodar o mundo, por que se não estaremos acomodados a ele. Quando o diabo está furioso conosco significa que não estamos o agradando. Por que o evangelho incomoda?

1- Por que o evangelho transforma: O evangelho traz o remédio que a medicina não tem e o prazer que o dinheiro não dá. Pessoas que às vezes prometem largar um vício, começar uma dieta ou mudar de vida não conseguem, mas quando aceitam a Cristo são transformadas pelo poder de Deus.

2- Por que o mundo está perturbado: Aqueles que disseram que Paulo estava transtornando o mundo, fizeram coisas muito piores, que são obras da carne (Gálatas 5.19-22) como deixa claro nas palavras do texto: 'inveja', 'homens maus', 'malandragem', 'turba', 'alvoroçaram a cidade' e 'assaltando'.
Converter significa mudar de direção. O convertido vira de costas para o mundo e de frente para Deus.

3- Por que a luz incomoda as trevas: Devemos ser luz do mundo (Mateus 5.14). Quando acendemos a luz à noite, sentimos os olhos incomodarem. Assim é quem está nas trevas. A luz perturba porque revela o que está nas trevas e é mais forte que ela (João 3.19).
Não se acomode ao mundo!

CONCLUSÃO:

Deus quer uma Igreja que testemunhe para o mundo a luz da Sua palavra. Não tema em momento algum falar a verdade e incomodar aqueles que estão mortos pelo pecado.
Se sua presença cristã tem constrangido pessoas que convivem com você para não falarem coisas indecorosas e quaisquer outras atitudes desrespeitosas é porque você tem incomodado estas pessoas com sua luz. Mas se você está acomodado com tudo que o mundo faz, é hora de despertar para uma vida cheia de Luz que vencerá todas as trevas.
Peça a Deus que o ajude a melhorar seu testemunho e ande de acordo com a Palavra de Deus.



QUEBRA GELO:

Material: Uma folha em branco para cada um.

Descrição: Entregar uma folha de papel  para os participantes.

Pedir para todos ao mesmo tempo, movimentar as folhas e observar; todos unidos formarão uma sintonia alegre, onde essa sintonia significa nossa caminhada na célula, inicialmente estaremos alegres e com isso teremos coragem de enfrentar tudo.

Mas no decorrer do tempo, as dificuldades aumentaram, ficamos desmotivados por causa das fofocas, reclamações, atritos etc. Com isso surgem as dificuldades, os descontentamentos.

Juntos vamos amassar a nossa folha para que não rasque, e voltaremos a movimentar a folha movimente todos juntos, verificando que não existe a sintonia alegre, agora só resta silêncio.

Pegaremos essa folha, colocando-a no centro da mão e fechando a mão, torcendo o centro da folha, formará uma flor.

Essa flor será nossa motivação, nossa alegria daqui pra frente dentro da célula.



Para refletir: SEGURO NA ESCURIDÃO

Havia uma cela subterrâneo numa antiga prisão egípcia, muito temida pelos prisioneiros. Certa vez um homem foi sentenciado a passar vinte e quatro horas nesse lugar de horror. "A porta estava aberta. Os passos do guarda perdiam-se à distância. Então tudo era tranqüilidade. O homem sentiu-se deprimido, paralisado de medo.

Formas estranhas e horrendas saíam da obscuridade e apontavam para ele. Sentiu que daí a pouco o terror o conduziria à loucura. Então subitamente ouviu o som de passos no teto, e num tom sereno o capelão chamou-o pelo nome. Oh! jamais houve tão doce música! "Deus o abençoe", disse gaguejando o pobre homem. "Você está aí?" "Sim", respondeu o capelão. "E não sairei daqui enquanto você não for solto." O pobre homem não sabia como agradecer.

"Pois bem, não me preocuparei tanto agora, estando você aí dessa maneira." O terror se dissipou estando seu amigo tão próximo embora invisível.

Assim também ao lado de todos nós está a presença invisível contudo amorosa de nosso Amigo, e as trevas e o perigo não mais terão poder de nos amedro


Por Redação RadioJovem


“... portanto, ele é primeiro em tudo” (Colossenses 1.18, NVT).

A campainha da porta soou com insistência. Minha esposa abriu e ficou surpresa com nossa neta Daniela, de oito anos de idade, que falou muito excitada: “Imagine, vovó, eu tirei nota 10 em alemão. Foi o melhor trabalho da turma. A professora até leu a minha redação para toda a sala”.

Cada pessoa se alegra quando seu esforço é premiado com reconhecimento. No entanto, nos abala terrivelmente quando houve um esforço sincero e o sucesso fica empacado feito um burro teimoso. Eu penso que os cristãos deveriam verificar se nossos esforços, ambições, desgastes e correrias realmente valem a pena, tendo em vista a eternidade. Pode acontecer
facilmente que nos descuidamos da nossa verdadeira vida porque as coisas terrenas são tão “valiosas” para nós que não notamos que fomos atrelados à carroça errada.

Quais são as prioridades para um cristão?

Quando eu era um cristão ainda jovem, eu ficava de joelhos durante horas, clamando ao Senhor Jesus para que ele me mostrasse o caminho para uma vida frutífera. Eu sentia que havia alguém diante do meu coração que reivindicava total direito sobre a minha vida. Eu sabia que se eu realmente quisesse viver feliz e sob a bênção dele, valeria uma única condição imposta pelo Senhor: “Permita que, em tudo, eu ocupe o primeiro lugar em sua vida!”.

As muitas questões em nossa vida serão respondidas corretamente se nós, filhos de Deus, estivermos conscientes com quem estamos lidando. Ali está o Senhor crucificado e ressurreto diante de nós, e pergunta: “Posso ser o primeiro em todas as coisas da sua vida? Posso ser isso?”.

Nossa vida é conduzida ao alto nível determinado por Deus somente se o coroarmos como o primeiro em nossa vida.

É de tirar o fôlego: ele, a imagem do Deus invisível, o primogênito de toda a criação, no qual foram criadas todas as coisas nos céus e na terra, as visíveis e as invisíveis – tudo foi criado por ele e para ele. E ele é antes de tudo e tudo subsiste por meio dele. Ele é a cabeça do corpo, da igreja. Ele é o princípio, o primogênito entre os mortos. Ele é o primeiro em tudo.

O mundo aspira por independência, autoafirmação, autopromoção. Não há limites para a busca de valorização. O que, porém, acontece com os cristãos? Nós de fato preparamos o primeiro lugar para o Senhor em todas as coisas? Ele é o primeiro em todo lugar? Ele pode assumir a direção em tudo?

Há uma guerra em andamento entre a luz e as trevas. Em nossos dias os bandos de Satanás procuram, com toda a violência, contestar o lugar de honra dado ao Senhor Jesus. A igreja de Laodiceia (ver Apocalipse 3.14-22) era de fato uma igreja totalmente organizada, exitosa, consciente e independente. No entanto, o Primeiro – o seu Senhor – estava lá fora, diante da porta.

Onde ele se encontra em nossa vida? Como acontece a nossa vida diária? Ficamos sobrecarregados com milhares de preocupações. Agimos como se nós mesmos tivéssemos que solucionar todos os problemas. Martirizamos nossa alma ao invés de permitir que o Primeiro em tudo assuma “a lança da nossa miserável carroça”. Seria muito mais simples entregar a ele os nossos pacotes de preocupações. Confiar no direcionamento dele. Ah, como seria bom se não ficássemos constantemente atrapalhando a obra de nosso Senhor Jesus! Nós, os espertos. Teimosos. Autossustentados. Lastimáveis. Quanto orgulho há escondido em nosso coração!

Afinal, ainda sabemos com quem estamos lidando quando falamos da glória de nosso Senhor Jesus e de sua salvação? Até parece que temos medo em dar a ele a primazia em todas as coisas. Como se tivéssemos medo das consequências. No entanto, nossa vida é conduzida ao alto nível determinado por Deus somente se o coroarmos como o primeiro em nossa vida. É unicamente nisso que está a fonte da alegria e da felicidade. Pois “aquele que se une ao Senhor é um espírito com ele” (1Coríntios 6.17).

Essa paz interior, esse abrigo total em seu Deus, foi sentida também por Davi, no deserto de Judá. Que gloriosas experiências são transmitidas no Salmo 63! Ele deu a preferência ao seu Senhor. Permitiu que ele assumisse a direção da sua vida. Entregou a ele tudo o que importunava o seu coração. E como Deus abençoou o seu servo Davi!

Se ele for o primeiro em tudo, então ser discípulo não é um tormento, mas um privilégio.

Nosso medo é que a entrega total nos traga somente desvantagens. Essa mentira, porém, é originada no estojo de venenos do Diabo. Ele quer nos convencer de que os fiéis seguidores de Jesus sofrerão com toda a amargura e acidez da vida. Na verdade, é o contrário que acontece. Se ele for o primeiro em todas as questões da vida, teríamos um panorama totalmente diferente na igreja, no casamento, na família, bem como em nossos negócios do dia a dia.

Sim, é verdade: um cristão pela metade é um insensato por inteiro. Por isso, entregue-se confiadamente ao Senhor Jesus. Se ele for o primeiro em tudo, então ser discípulo não é um tormento, mas um privilégio. Se ele for o primeiro em tudo, então ele já estará lá antes de você chegar. Então ele já tomou as providências necessárias – como naquela ocasião com os discípulos junto ao mar da Galileia, quando eles recolhiam exaustos as suas redes. Ele já havia preparado a mesa para eles e os convidou: “Venham comer” (João 21.12).

Que Senhor maravilhoso, que conhece todas as suas necessidades e que também reservou um lugar para você em sua mesa! — Manfred Paul

Phonte: A Chamada

Por Redação RadioJovem

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