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 Por Jefferson Melo da cidade de Brejo dos Santos, fecharam na última quinta-feira (31), o trecho da PB-325, na altura do sítio Cajazeirinha, zona rural de Catolé do Rocha. Praticamente não passava ninguém nos dois sentidos (Catolé do Rocha/Pombal e Pombal/Catolé do Rocha).
ProtestoUma imensa fila de carros e caminhões de cargas se formaram ao longo da PB. Os manifestantes armaram tendas e fecharam a rodovia com várias veículos.
O motivo do protesto é a falta de água para o abastecimento da cidade. Os moradores cobram do Governo do estado, através da Cagepa – empresa responsável pelo fornecimento de água, uma solução imediata para resolver o problema.

Por Redação RadioJovemão RadioJovem

Moradores da cidade de Brejo dos Santos, fecharam na última quinta-feira (31), o trecho da PB-325, na altura do sítio Cajazeirinha, zona rural de Catolé do Rocha. Praticamente não passava ninguém nos dois sentidos (Catolé do Rocha/Pombal e Pombal/Catolé do Rocha).
ProtestoUma imensa fila de carros e caminhões de cargas se formaram ao longo da PB. Os manifestantes armaram tendas e fecharam a rodovia com várias veículos.
O motivo do protesto é a falta de água para o abastecimento da cidade. Os moradores cobram do Governo do estado, através da Cagepa – empresa responsável pelo fornecimento de água, uma solução imediata para resolver o problema.

Por Redação RadioJovem

Além de Campina, mais 18 cidades estão sendo afetadas.

Alguns moradores estão reutilizando água para reduzir prejuízo.

Do G1 PB
Açude Epitácio Pessoa é responsável pelo abastecimento hídrico de Campina Grande e de mais 18 municípios, estando atualmente com 22,2% de sua capacidade (Foto: Leonardo Silva/Jornal da Paraíba)Açude Epitácio Pessoa é responsável pelo abastecimento hídrico de Campina Grande e de mais 18 municípios, estando atualmente com 19% de sua capacidade (Foto: Leonardo Silva/Jornal da Paraíba)
Na primeira semana de racionamento estendido em Campina Grande e mais 18 cidades do agreste paraibano, muitos moradores da região reclamam  de terem sido pegos de surpresa. Desde o dia 31 de outubro, o racionamento passou a deixar as torneiras das casas sem água das 17h dos sábados até as 5h da quarta-feiras, medida que pretende economizar água suficiente para manter o abstecimento por mais 40 dias.
Entre os que reclamam está o estudante Isack Pinto que mora no centro da cidade de Campina Grande. “Apesar do nosso prédio ter reservatório de água, ela acabou na noite da terça-feira e só voltou na noite de quarta-feira. Os poucos baldes que temos não deram conta da demanda”, diz.
O estudante Saulo Aislan, que vive no bairro do Dinamérica, armazena a água das lavagens de roupa que são feita durante a semana, quando a água retorna. “Fazemos o reuso desta água nas descargas do vaso sanitário. Além desse sistema de controle e reutilização, temos bastante sorte pois o abastecinemto só é cortado a 0h do sábado”, completa Saulo.
Já no bairro das Três Irmãs a funcionária pública, Lucineide Farias afirma que a água retornou no inicio da manhã da quarta-feira. “A água voltou só na manhã da sexta-feira, porém bem fraca. Já na casa da minha amiga que fica na mesma rua só que mais acima, demorou anda mais a chegar”, diz.
Diversos pontos da cidade ainda estão sem o abastecimento, como os bairros do Catolé, Cinza e Santa Cruz. Segundo a Cagepa, isso acontece pela baixa pressão da água, fazendo com que a água não chegue em determinados pontos mais altos da cidade.
Além de Campina Grande, também ficam sem água moradores das cidades de Queimadas, Caturité, Barra de Santana, Lagoa Seca, Alagoa Nova, São Sebastião de Lagoa de Roça, Matinhas, Pocinhos, Boqueirão, Cabaceiras, Boa Vista, Soledade, Juazeirinho, Cubati, São Vicente do Seridó, Pedra Lavrada, Olivedos e Sossego. 
As cidades afetadas são abastecidas pelo Açude Epitácio Pessoa que, segundo o diretor operacional da Cagepa, José Mota Victor, está abaixo dos 19% de sua capacidade, segundo a Agência Executiva de Gestão das Águas. 

Postado Redação Portal RADIO JOVEM

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