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Hoje, dia 08 de março, começamos o dia parabenizando aquelas que são o símbolo maior da união de tantos adjetivos, de inumeráveis qualidades. Somos cuidados, amor, dedicação, carinho e simplicidade. E não é só nesta data que merecemos reconhecimento, mas sim Todos os dias da sua vida merecem ser celebrados, mas o de hoje tem um significado ainda mais forte. Você sempre foi meu exemplo, meu ícone, minha heroína. Você representa a verdade, a luta, a força e a beleza de todas as mulheres; de todas as pessoas! Agradecemos a Deus pelos projetos, ações e obras que vêm transformando a vida das mulheres.

 Agradeço por todas as coisas que fez e continua fazendo.  Especial às mulheres, que com muita dedicação e trabalho contribuem para um Brasil e Mundo cada vez melhor.

Desejo a todas que conquistem diariamente os seus espaços e sonhos, pois toda mulher pode chegar onde quiser! Feliz Dia Internacional da Mulher.
Todos os dias da sua vida merecem ser celebrados, mas o de hoje tem um significado ainda mais forte. Você sempre foi meu exemplo, meu ícone, minha heroína. Você representa a verdade, a luta, a força e a beleza de todas as mulheres; de todas as pessoas!

ERI VIEIRA (ERIGESSO)

Por Redação RadioJovem



Julio Severo

A Estátua da Liberdade veio a ser o símbolo mais poderoso representando os Estados Unidos e seu poder de oferecer liberdade e democracia, mas por trás desse símbolo, há outros símbolos poderosos. A Estátua da Liberdade foi originalmente concebida como uma mulher muçulmana para permanecer na entrada do Canal de Suez no Egito, com uma lanterna na sua mão levantada como farol e símbolo de progresso.

Mas o escultor, Frederic Auguste Bartholdi da França, não conseguiu vender a ideia aogovernante do Egito, pois no mundo islâmico, as mulheres são símbolos de submissão, não progresso. Então o Egito islâmico rejeitou a “mulher islâmica de progresso.”

Estátua islâmica original

Entretanto, Bartholdi não desistiu de sua ideia. Ele a vendeu aos americanos, transformando a mulher muçulmana numa escultura neo-clássica representando a deusa romana da liberdade, Libertas, ou Estátua da Liberdade — como é conhecida hoje nos EUA.

Então a França deu a deusa Libertas para os EUA na celebração dos 100 anos de sua independência em 1886. Foi um presente para unir os EUA à França, e acabou unindo os EUA também a outras realidades. Foi um presente de aniversário que mudou o próprio símbolo dos EUA. Foi o pior presente que os EUA já receberam.

Hoje os americanos conservadores, principalmente cristãos, se queixam de que os EUA estão se tornando cada vez mais pagãos e rejeitando suas raízes cristãs.

Mas quem aceitou o paganismo foi uma América bastante cristã.

Na década de 1880, no tempo exato em que os EUA aceitaram a deusa Libertas, mais de 90 por cento dos americanos eram evangélicos. Então o símbolo mais natural para representar os EUA era a Bíblia, não uma escultura pagã.

Como os EUA vieram a aceitar um símbolo pagão para representar sua identidade é um mistério. Talvez, se os reavivamento que vieram aos EUA no início de 1900 e 1960 tivessem vindo na década de 1880, os EUA poderiam ter rejeitado a deusa pagã Libertas.

Não só é a paganização moderna dos EUA um mistério desconcertante para os americanos conservadores, mas também sua atitude submissa de acolher milhões de imigrantes e “refugiados” muçulmanos.

Durante o governo de Ronald Reagan, centenas de milhares de “refugiados” muçulmanos — em detrimento de refugiados cristãos vítimas de opressores muçulmanos — foram recebidos nos EUA.

Durante o governo de George H. W. Bush, centenas de milhares de “refugiados” muçulmanos — em detrimento de refugiados cristãos vítimas de opressores muçulmanos — foram recebidos nos EUA.

Durante o governo de Bill Clinton, centenas de milhares de “refugiados” muçulmanos — em detrimento de refugiados cristãos vítimas de opressores muçulmanos — foram recebidos nos EUA.

Durante o governo de George W. Bush, centenas de milhares de “refugiados” muçulmanos — em detrimento de refugiados cristãos vítimas de opressores muçulmanos — foram recebidos nos EUA.

Durante o governo de Barack Hussein Obama, centenas de milhares de “refugiados” muçulmanos — em detrimento de refugiados cristãos vítimas de opressores muçulmanos — foram recebidos nos EUA.

A conduta deles é chocante. Ou os EUA estão loucamente apaixonados pelos muçulmanos ou algum “espírito” está destruindo sua resistência cristã e levando-os a seu suicídio cristão pelas mãos de islâmicos.

Todos esses presidentes são, nominalmente ou não, cristãos evangélicos. Por alguma razão, que não é cristã, eles injetaram centenas de milhares de muçulmanos nos EUA. Eles estavam submissos a uma agenda secreta — tão secreta quanto a mulher muçulmana por trás de Libertas?

Todos esses presidentes americanos também são conhecidos por sua submissão à Arábia Saudita, que é o maior patrocinador do terrorismo islâmico mundial. O pior atentado terrorista islâmico contra os EUA foi o 11 de setembro de 2001, cometido por 10 muçulmanos sauditas. Para fingir que não eram submissos ao islamismo, Bush e Obama castigaram o Iraque e culparam a Síria, não a Arábia Saudita. E eles começaram os discursos famosos “o islamismo é uma religião de paz.” Mais submisso que isso, impossível.

Seguindo esse exemplo governamental, Hollywood tem produzido filmes e seriados de TV “patrióticos” em que os muçulmanos são retratados como “vítimas inocentes” de preconceito. Os EUA “patrióticos” são retratados como sofrendo de “preconceito” anti-islâmico.

O que aconteceu com os EUA em 11 de setembro de 2001 é o que acontece com as mulheres islâmicas: Elas apanham até ficarem machucadas e permanecem submissas. Os EUA foram gravemente “machucados” por sauditas muçulmanos em 11 de setembro de 2001. Mesmo assim, continuam sua submissão à Arábia Saudita.

As mulheres muçulmanas são machucadas por seus homens muçulmanos, mas permanecem ligadas a eles. Os EUA têm sido machucados por grupos islâmicos apoiados pelos sauditas, mas permanecem ligados à Arábia Saudita, que é a capital do islamismo.

Como consequência, o islamismo está crescendo nos EUA. O islamismo agora ocupa o segundo lugar da religião mais predominanteem 20 estados dos EUA, muitos dos quais estão no Cinturão Bíblico, que tem sido a região em que os protestantes conservadores têm tradicionalmente um controle enorme. O crescimento islâmico certamente desafiará esse controle.

Os EUA têm hoje várias bases militares na Arábia Saudita — para proteger a ditadura saudita. Os EUA estão num estado de submissão ao islamismo saudita — como as mulheres são submissas ao islamismo. Quando os EUA invadem ou atacam nações muçulmanas, é porque essas nações são odiadas pela Arábia Saudita. Militarmente, os EUA estão a serviço dos caprichos e acessos de raiva islâmicos sauditas.

Os EUA aceitaram uma desgraça sobre si sem saber. Um símbolo pagão romano de um antigo império morto envolvido na cultura da morte. Mistério dos mistérios: a deusa romana que está em Nova Iorque tem uma alma de mulher submissa ao islamismo escondida. A Estátua da Liberdade traz uma maldição pagã do Império Romano extinto. E como bônus na maldição pagã, há uma maldição islâmica.

Símbolos são representações poderosas.


No livro do Apocalipse, a Grande Babilônia é representada por uma mulher como uma sociedade futurista altamente comercial e capitalista. Na década de 1980, o Rev. David Wilkerson, que comparou os EUA à Babilônia, disse:

Pense na “senhora da enseada” de Nova Iorque — a Estátua da Liberdade [símbolo nacional maior dos EUA]. Isaías avisou acerca da destruição súbita sobre uma senhora orgulhosa. “Certamente dizias: ‘Eis que por todo o sempre hei de continuar a ser a grande senhora!’ Todavia, não ponderaste tais palavras no teu coração, não refletiste sobre as consequências futuras desta tua atitude. Portanto, ouvi isto, agora, ó criatura provocadora e libidinosa! 

Tu que te sentas despreocupada e preguiçosa e cogitas em tua sensação de segurança: ‘Ah! Eu sou a maior das rainhas e além de mim não há mais ninguém! Jamais me verei viúva, nem sofrerei com a morte dos meus filhos!’ Pois bem, justamente sofrerás estas duas perdas em um só momento, durante um único dia: a perda dos filhos e a viuvez se abaterão sobre ti com todo o seu peso de dor, a despeito de tuas muitas feitiçarias e todos os teus poderosos prognósticos, sortilégios e encantamentos. 

Depositaste a tua confiança na tua malignidade e afirmaste: ‘Não há quem descubra o que faço às escondidas!’ O teu próprio saber e a tua ciência te seduziram e enganaram, e assim imaginaste no teu coração: ‘Eu sou a maior. Não há ninguém além de mim!’ A desgraça, pois, te buscará e te alcançará, e não saberás como esconjurá-la. Eis que cairá sobre ti um mal do qual não poderás livrar-se mediante qualquer pagamento de resgate; uma catástrofe que não te será possível antever desabará sobre a tua cabeça.” 
(Isaías 47:7-11 KJA)

Todos os deuses pagãos são opostos ao Deus verdadeiro. Com a deusa Libertas não é diferente. E o símbolo por trás do símbolo (uma mulher submissa ao islamismo) é oposto à submissão a Deus.

Libertas veio a representar o Império Romano, ocupado com a cultura da morte, inclusive infanticídio, e uma expansão belicista. Sua versão moderna, a Estátua da Liberdade, veio a representar o Império Americano, ocupado com mais de 1 milhão de abortos por ano e uma expansão belicista.

No Império Romano, Libertas era seu símbolo. Hoje, Libertas continua sendo o símbolo de um império.

A Libertas americana, e sua alma ocultista de mulher muçulmana submissa, é um símbolo perfeito para uma América pagã. Promete liberdade enquanto ela mesma é escrava de suas corrupções e depravações.

Aliás, quando os EUA aceitaram Libertas como seu símbolo e identidade, sua capital Washington DC já era famosa por seus muitos prostíbulos. Um governo cristão real nunca aceitaria Libertas. Um governo com sua capital cheia de prostíbulos a aceitaria de braços abertos.

Se as mulheres podem ser símbolos de mal máximo, elas podem também ser símbolos de redenção máxima: Na Bíblia, o símbolo da Igreja é a noiva, uma mulher. Só esta Mulher pode combater e derrotar as “mulheres” que representam forças malignas máximas, inclusive o paganismo e o islamismo, que são personificados no símbolo mais poderoso da identidade americana: a Estátua da Liberdade.

Símbolos de mulheres têm significados poderosos na Bíblia. Por que eles não deveriam ter significados poderosos na identidade e destino dos Estados Unidos?

Enquanto os EUA mantiverem seu símbolo pagão como representação de sua identidade nacional, seu chamado é ser submisso ao paganismo e no final ao islamismo, que já está acontecendo como demonstrado pela paixão louca misteriosa dos últimos cinco presidentes americanos que injetaram hordas de muçulmanos nos EUA.

Com sua tocha na sua mão, Libertas conduz os EUA e o mundo à submissão ao paganismo e ao islamismo. Só a Igreja, com a ajuda de Jesus e da Bíblia, pode resgatar os EUA e o mundo desse ídolo islâmico-pagão.

Com informações do DailyBeast e DailyMail.

Versão em inglês deste artigo: Statue of Liberty, a Pagan-Islamic Curse on America?
Por Redação RadioJovem
Uma criatura aterrorizante e bizarra semelhante a um gato com rosto humano teria sido encontrada na Malásia. mesmo que a polícia da Malásia esteja chamando de embuste.

Vídeos e imagens do gato humano estranho e estranhamente adorável tornaram-se virais.
A criatura minúscula tem alguns fios de cabelo preto em cima de sua cabeça humana e um gato como corpo com longas presas e garras afiadas.

As imagens foram consideradas ter sido tomadas na área de Pahang no oeste da Malásia.
O chefe da polícia estadual Datuk Rosli Abdul Rahman emite uma declaração para dizer que a criatura é falsa.


Muitos dizem que a criatura é um "lobisomem de silício" de Laira Maganuco, que vende sob o nome de Babycreatures em Etsy . Nós pensamos que é uma AF assustadora, mas para algumas dessas bonecas são apenas adorbs! O que você acha?
https://www.instagram.com/p/BaZyxdbF0TM/
https://www.instagram.com/p/BaZy2gaFIbb/
worsham
publicado: 23/10/17
Strange Cat-Like Creature Encontrada na Malásia
Por Redação RadioJovem
"Disse o néscio no seu coração: Não há Deus.' 
Salmos 53-1

Dan Brown deu entrevista polêmica no lançamento de seu novo livro

Anos atrás, quando seu livro “O Código Da Vinci” se tornou um fenômeno de vendas, o escritor Dan Brown foi acusado de promover o ateísmo. Ele negava, dizendo que era apenas um contador de histórias.

Contudo, no lançamento de seu novo livro, “Origem”, o quinto do personagem Robert Langdon, professor de simbologia de Harvard que protagonizou “O Código Da Vinci”, Brown mostrou sua faceta ateísta.

Ele disse que a humanidade não precisa mais de Deus, mas pode desenvolver uma nova forma de consciência coletiva, com a ajuda da inteligência artificial, que cumpriria a função da religião, uma ideia que está se popularizando nos EUA.

A trama de “Origem” é inspirada no questionamento “Será que Deus sobreviverá à ciência?”, explica Brown, enfatizando que isso jamais aconteceu na história da humanidade.

“Será que somos ingênuos hoje por acreditar que o Deus do presente sobreviverá e estará aqui em cem anos?”, questionou Brown, de 53 anos, em uma entrevista coletiva na Feira do Livro de Frankfurt, Alemanha.

Ele reconhece que suas opiniões não serão bem acolhidas pelos clérigos, mas pediu uma harmonia maior entre as grandes religiões e aqueles que não professam nenhuma fé.

“O cristianismo, o judaísmo e o islamismo compartilham um evangelho, liberalmente, e é importante que todos nós o percebamos”, afirmou. “Nossas religiões são muito mais parecidas do que diferentes”.

O escritor, que já vendeu 200 milhões de livros em 56 línguas, declarou que investigou profundamente e passou muito tempo conversando com futuristas para explicar isso na trama de “Origem”. 

Com informações das agências

Phonte: Gospel Prime

Por Redação RadioJovem


Pastor Augustus Nicodemus rebate: ''A Igreja Católica Romana nunca foi a casa dos cristãos”

A Reforma Protestante, iniciada por Martinho Lutero e que mudou a história da civilização ocidental, completará 500 anos dia 31 de outubro. Quando afixou suas 95 teses na Catedral de Wittenberg, Alemanha, a intenção do frade agostiniano era modificar a Igreja Católica, fazer uma reforma, não causar uma divisão.

O papa não aceitou as cobranças e críticas, que mostravam à luz da Bíblia como a IgrejaCatólica havia se tornado algo muito diferente do que Jesus havia pretendido.

O movimento religioso que deu origem aos evangélicos também se tornou político, influenciando reis e nações inteiras. Acabou resultando na excomunhão de Lutero e dos seus seguidores e, mais tarde, foi o estopim para guerras sangrentas entre países europeus.

Cinco séculos depois, o papa Francisco e os líderes luteranos assinaram documentos de reaproximaçãopediram perdão mutuamente e o Vaticano vai inclusive “comemorar” o meio milênio da Reforma.

Mas esse clima de união não existe na maioria dos países. No Brasil, o centro católico Dom Bosco lançou uma campanha para tentar convencer os evangélicos a “voltarem para casa”, ou seja, a Igreja Católica.


Pela internet, eles estão divulgando um selo comemorativo, que vem acompanhado do texto: 

“Estamos nos aproximando de uma das fases mais tristes da história. Em 31/10/1517, Martinho Lutero iniciou uma revolta sem precedentes contra a Igreja fundada por Jesus Cristo ao criar a primeira seita protestante, o Luteranismo. De lá para cá, incontáveis denominações foram aparecendo no Ocidente, aprofundando-se ainda mais a divisão.

Nos próximos 70 dias faremos uma campanha para que os protestantes Voltem para Casa, cumprindo assim a vontade de Cristo quando nos convocou a sermos um com Ele (Jo 17,21)!”.

Também publicaram um vídeo onde comparam os protestantes/evangélicos com o filho pródigo da famosa parábola contada por Jesus em Lucas 15.

Assista:


A maioria dos evangélicos ignorou a campanha. Contudo, nesta quinta-feira (12), quando os católicos do Brasil celebram sua “padroeira”, o reverendo Augustus Nicodemus decidiu comentar o assunto.

Tido como um dos mais influentes teólogos reformados do país, Nicodemus foi incisivo ao comentar a campanha “Protestantes, Voltem para Casa”. Ele escreveu em seu perfil no Facebook:

“Já fizemos isso em 1517. A Igreja Católica Romana nunca foi a casa dos cristãos, mas uma prisão que acorrentou suas consciências à doutrinas e práticas inventadas por homens desprovidos da verdade bíblica”.

Milhares de evangélicos curtiram, comentaram e compartilharam a postagem, mostrando que o assunto ainda incomoda muita gente. 

Enquanto muitos concordavam com o reverendo, uma parcela dos evangélicos aproveitou para criticar algumas denominações evangélicas (incluindo os luteranos) por não terem mantido os princípios da Reforma, introduzindo em muitas igrejas práticas iguais àquelas que os católicos praticam, como a promessa de bênção em troca de dinheiro e o distanciamento do princípio bíblico de que somente é necessária para a salvação da alma.

Phonte: Gospel Prime
Por Redação RadioJovem

Adelina recebeu os missionários Brian e Becky Harrell em sua casa, durante um ano. Após sua conversão, ela decidiu queimar tudo o que usava em seus rituais.

ATUALIZADO: SÁBADO, 6 MAIO DE 2017 AS 12:20
Adelina. (Imagem: Baptist Press)
Brian Harrell e sua esposa, Becky perseveraram para alcançar cerca de 300.000 pessoas da etnia Makhuwa Nahara, em aldeias que pontilham a costa de Moçambique, ao longo do Oceano Índico.
Estas aldeias são tão remotas que a melhor maneira de alcançá-las é de barco. Desde 2004, os Harrell têm dirigido seu pequeno barco de madeira através das águas costeiras para levar o Evangelho às pequenas aldeias que foram doutrinadas comerciantes árabes e sua fé islâmica cerca de 1.000 anos atrás.
Nestas tribos, o animismo (visão que prega a existência de espíritos em todos os seres e também em objetivos) é misturado ao Islã para produzir uma bebida espiritual tóxica. Como a mortalidade infantil é alta, as pessoas recorrem à "proteção espiritual" sob a forma de feitiçaria.
"As mulheres temem por seus filhos", disse Becky. "Elas fazem rituais de feitiçaria para se protegerem dos maus espíritos durante a gravidez".
Uma bruxa na aldeia chamada Adelina "ajudava" seus companheiros aldeões com adivinhações e feitiços em uma cabana, ao lado de sua casa.
Mas surpreendentemente, ela também abriu sua casa para um estudo bíblico com os Harrell e os escutou atentamente. No entanto, ela se recusou a se entregar a Jesus e renunciou à feitiçaria, ao ouvir a pregação dos missionários, ligados à Convenção Batista do Sul. A resistência da bruxa preocupou Brian e Becky, quase os fazendo desistir.
"[A qualquer momento] nós simplesmente não poderíamos continuar compartilhando o Evangelho bem ali, ao lado daquela cabana da bruxa", disse Brian ao site 'Baptist Press'. "Qual era a mensagem que estávamos enviando para a comunidade local?".
Apesar da preocupação por parte dos missionários de que Adelina fechasse sua casa para os estudos bíblicos, ela continuou recebendo o casal cristão e outros interessados nos estudos bíblicos em sua casa por um ano, ouvindo suas pregações, mas sem nenhum sinal de mudança.
Finalmente, certo dia, antes da oração, Adelina surpreendeu a todos. Ela se levantou e falou.
"Preciso que me ajudem a fazer uma coisa", disse ela. "Eu sei que o que eu tenho feito está errado e eu quero me livrar de toda essa feitiçaria".
O missionário Brian Harrell conta com a ajuda de nativos convertidos ao cristianismo para evangelizar outras aldeias. (Imagem: Baptist Press)
Brian e Becky ficaram incialmente sem reação, de tão surpresos, após ouvir a declaração de Adelina. Mas logo se apressaram em celebrar aquele sinal de mudança na vida daquela mulher e louvaram a Deus por esta resposta importante às suas orações.
No domingo seguinte, um grupo de crentes se reuniu para orar, cantar a Deus e também para a ajudar Adelina a demolir a cabana onde realizava seus rituais de feitiçaria. Eles queimaram as cabaças e toda a parafernália que a bruxa usava para invocar os espíritos.
"Foi incrível", disse Brian. "Foi um dia extremamente intenso. Aquilo era algo pelo qual tínhamos esperado e orado".
Pouco tempo depois, a própria Adelina ficou grávida de seu sétimo filho. Já muito acostumados à superstição usada pelas gestantes das aldeias, os vizinhos advertiram que a criança não sobreviveria sem a "proteção" da feitiçaria.
Adelina permaneceu firme em sua nova fé cristã, confiando que seu Senhor e Salvador Jesus Cristo já estava protegendo aquele bebê.
"Ela contou que todos os vizinhos lhe falaram que essa criança não viveria, porque ela não está mais fazendo bruxaria", disse Becky. "Até hoje o bebê continua muito saudável. Agora, Adelina está compartilhando seu testemunho, explicando corajosamente às pessoas o que Deus tem feito em sua vida".
À medida que Brian navega em sua desvencilhada embarcação ao longo da costa sudeste da nação africana, seu objetivo é chegar a populações ainda não alcançadas pelo Evangelho.
"Como Paulo, não queríamos construir nada sobre o trabalho de outra pessoa", disse ele. "Recebemos solicitações de trabalho de todo o mundo. Mas o que se destacou para nós foi este trecho do litoral".
Quando iniciaram seu ministério, Brian e Becky tinham um filho de apenas um ano de idade, na época. Hoje, eles já têm mais três filhos, somando Andrew, Dillon, Janna Kate e Micah. Eles muitas vezes acompanham o pai e a mãe para evangelizar estas aldeias.
Quando eles ancoram, os nativos se reúnem para ouvir histórias da Bíblia, sentados em um círculo e fazendo tapetes de pano.
Moçambicanos convertidos servem como membros da tripulação e do ministério, ajudando os Harrell a levar a mensagem do Evangelho para novas aldeias.
FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DO GOD REPORTS
Por Redação RadioJovem


Homem retira o bebê desacordado do carro que estava preso na correnteza. (Foto: Reprodução/Facebook)

Uma mulher viu um milagre após clamar a Deus por um bebê que estava prestes a morrer dentro de um carro preso em uma forte correnteza de água.


“Em nome de Jesus, deixe o bebê respirar, Senhor!” Esse foi o clamor de uma mulher por uma criança que estava prestes a morrer dentro de um carro preso em uma forte correnteza de água.

O incidente aconteceu no último sábado (29) no condado de Van Zandt, no Texas, nos Estados Unidos, logo depois que o estado foi atingido por tornados que deixaram pelo menos cinco pessoas mortas e quase 50 feridas.

Um vídeo registrado pelo morador Tom Mitchell mostra um grupo de cinco pessoasatravessando a correnteza para alcançar a caminhonete que abrigava um pai, uma criança e um bebê.

Com muita dificuldade, os voluntários conseguem abrir a porta do veículo e o bebê é retirado quase sem vida. “A criança estava branca, ficando com uma aparência cinza azulada, sem cor, e os olhos não estavam focados quando eu olhei para ela”, disse Mitchell à rede americana WFAA-TV.

Ao notar a gravidade da situação, Mitchell parou de filmar e guardou seu celular no bolso. No entanto, ainda foi possível escutar as vozes de desespero das pessoas que participaram do resgate.

“Este bebê vai morrer se eu não começar logo uma reanimação cardiopulmonar”, Mitchell lembra. “Um sentimento negativo veio sobre mim. Este bebê não pode fazer isso, este bebê não pode fazer isso. Sem reação, nada estava acontecendo”.


De repente, uma mulher que não foi identificada se inclinou sobre seu ombro e clamou a Deus por um milagre. “Em nome de Jesus, deixe o bebê respirar, Senhor! Dê respiração ao bebê, Senhor! Querido Jesus, por favor, deixe o bebê respirar”, disse repetidamente.

Mitchell lembra que as orações da mulher logo funcionaram. “Na primeira oração que ela fez, eu senti uma resposta na criança”, ele relata.

“Ela está respirando!”, gritou um homem que estava com o grupo. Os voluntários que estavam ajudando a família também conseguiram reanimar a outra criança que estava no veículo.

Mitchell disse que após o resgate daquela família, ele se sentiu obrigado a compartilhar seu vídeo. “Eu acho que isso mostra como a comunidade e estranhos podem trabalhar juntos”.

Em uma publicação feita a partir do hospital nas redes sociais, no domingo (30), o pai das crianças disse que ele e seu filho estão bem. “Ela está em condição estável e está melhorando. Ainda está sob sedação, mas irão retirar o tubo de respiração pela manhã para ver se ela consegue respirar por conta própria”, disse a família.

Phonte: Guia-me
Por Redação RadioJovem

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