Em Seu ministério público, Jesus separou tempo para ficar sozinho em oração. Após alimentar 5 mil pessoas com cinco pães e dois peixes, enviou os Seus discípulos para atravessar o mar da Galileia de barco, enquanto Ele despedia a multidão (v.22). “E, despedidas as multidões, [Jesus] subiu ao monte, a fim de orar sozinho. Em caindo a tarde, lá estava ele, só” (v.23).
Se Jesus viu a necessidade de estar a sós com o Pai, quanto mais nós precisamos de um tempo diário de solitude para derramar o nosso coração a Deus, refletir sobre Sua Palavra, e nos prepararmos para seguir Suas orientações.
Um ambiente silencioso — qualquer lugar que possamos nos concentrar no Senhor sem distrações.
Uma página em branco — uma mente receptiva, uma folha inescrita, disposta a ouvir.
Há algo que eu deveria saber? “Senhor, fale comigo por Seu Espírito, Sua Palavra escrita, e pela garantia de Sua direção.”
Dessa tranquila encosta na colina, Jesus desceu para uma tempestade violenta, sabendo exatamente o que Seu pai queria que Ele fizesse (vv.24-27).