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A Polícia Federal prendeu nesta segunda (9) ao menos 12 pessoas suspeitas de integrarem uma quadrilha internacional de tráfico de drogas acusada de lucrar milhões de dólares com envios de cocaína do Brasil para o exterior e de utilizar moedas virtuais para lavar o dinheiro.
Ao longo de 15 meses, a PF e a Receita Federal realizaram ações controladas com autorização da Justiça para monitorar o caminho da droga.

Ao longo de 15 meses, a PF e a Receita Federal realizaram ações controladas com autorização da Justiça para monitorar o caminho da droga

Segundo os investigadores, a quadrilha montou empresas de fachada para enviar a droga para Europa, Ásia e África, ou violava contêineres de empresas lícitas que não tinham ligação com o bando para conseguir embarcar a cocaína.
Entre os presos estão empresários que atuam no comércio exterior, despachantes, funcionários de terminais portuários e caminhoneiros.
"A quadrilha recebia parte do pagamento em moedas virtuais para dificultar o rastreamento e para a movimentação volumosa e atípica de dinheiro não ser detectada", afirmou o delegado da PF Carlos Eduardo Thomé.
Ao longo de quase um ano de investigação foram apreendidas cerca de quatro toneladas de cocaína nos portos do Rio, Vitória, Santos, Salvador e Suape (PE). A droga despachada para o exterior vinha principalmente do Peru, Colômbia e Bolívia.
A PF informou que, via cooperação com polícias de outros países, foram realizadas apreensões em portos da Bélgica, Itália e Espanha. Com informações da Folhapress.
Por Redação RadioJovem
A Polícia Civil e o Ministério Público de São Paulo deflagraram Operação Echelon, no início da manhã desta quinta-feira (14), contra as ramificações interestaduais da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC). São cumpridos 59 mandados de busca e apreensão em 14 Estados, além de 75 prisões preventivas de integrantes da facção.
Segundo as investigações, a cúpula do grupo mantém contato com bandidos em outros estados, atuando no tráfico de armas e drogas. Em São Paulo, a facção tem 10,9 mil integrantes, mas, no restante do país, o número de participantes cresceu seis vezes nos últimos quatro anos. Houve aumento de 3 mil membros para pouco mais de 20 mil em 2018.
Depois de São Paulo, os estados que concentram o maior número de integrantes do PCC são Paraná (2.829), Ceará (2.582) e Minas Gerais (1.432). Este último, sofreu uma série de atentados contra ônibus e ataques contra postos policiais na semana passada. A facção conta ainda com membros em outros cinco países: Bolívia, Colômbia, Guiana, Paraguai e Peru.
De acordo com as investigações, a expansão do PCC culminou na reação de gangues locais, que se aliaram ao Comando Vermelho, iniciando uma guerra que atinge principalmente os estados do Norte e do Nordeste do país.
As investigações tiveram início em junho de 2017, quando o líder máximo da facção, Marco Willians Herbas Camacho, o Marcola, foi mantido isolado pela sexta vez no Regime Disciplinar Diferenciado (RDD) do presídio de Presidente Bernardes, motivo pelo qual Marcola não figura entre os procurados na operação.
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Fonte: Agência Brasil Por Redação RadioJovem

Ex-governadores são acusados de arrecadar fundos de maneira indevida para o financiamento de eleições em 2010, 2012, 2014 e 2016

Os ex-governadores Anthony e Rosinha Garotinho foram presos na manhã desta quarta-feira (22) em mais um desdobramento da Operação Chequinho, que já havia levado à cadeia o primeiro por duas vezes. É a primeira vez que a mulher também é detida.
A investigação do Ministério Público Eleitoral do Rio e da Polícia Federal apura os crimes de corrupção, concussão, participação em organização criminosa e falsidade na prestação de contas eleitorais.
O inquérito identificou que a JBS firmou contrato fictício com uma empresa para repassar R$ 3 milhões ao grupo político do casal para uso em campanhas eleitorais.
"Empresários também informaram à PF que o ex governador cobrava propina nas licitações da prefeitura de Campos, exigindo o pagamento para que os contratos fossem honrados pelo poder público daquele município", diz nota da Polícia Federal.
A Secretaria de Administração Penitenciária afirmou, em nota, que o casal será levado para a cadeia pública José Frederico Marques, em Benfica, em que estão presos o ex-governador Sérgio Cabral e os deputados Jorge Picciani e Paulo Melo, todos do PMDB e seus rivais políticos. O trio ocupa celas da galeria C. Garotinho deve ficar na galeria A.
Como a Folha de S.Paulo revelou, a cadeia de Benfica ganhou uma ala feminina em outubro. A prisão é um desdobramento da Operação Chequinho, que apura suposta compra de votos na eleição de Campos, em 2016, por meio do programa social Cheque Cidadão.
Segundo o Ministério Público, o suposto esquema teria dado prejuízo de R$ 11 milhões à prefeitura e pelo menos 18 mil ações de compras de votos teriam sido realizadas. Há suspeita de que vinte vereadores eleitos naquele ano teriam sido beneficiados com votos do esquema.
Anthony Garotinho já havia sido preso em 16 de novembro do ano passado em razão desta investigação -um dia antes da Operação Calicute, que prendeu outro ex-governador, Sérgio Cabral. Foi solto por ordem do TSE (Tribunal Superior Eleitoral).
Na ocasião, Garotinho provocou tumulto ao tentar resistir a uma transferência de hospital. Ao ser acomodado dentro da ambulância, Garotinho tentou se levantar e teve de ser contido por agentes da Polícia Federal.
Em setembro deste ano, voltou a ser preso sob alegação de usar seu programa de rádio para atacar os responsáveis pela condução de seu processo. Foi solto mais uma vez por ordem do TSE.
OPERAÇÃO CHEQUINHO
Ao ser preso pela primeira vez, em 2016, a Justiça Eleitoral afirmou que o ex-governador tentou coagir duas testemunhas do caso e eliminou documentos públicos que ajudariam na apuração dos supostos crimes.
Segundo as investigações, o esquema mais que dobrou o número de beneficiários do Cheque Cidadão, da Prefeitura de Campos, a partir de junho daquele ano. O objetivo seria usar para fins eleitorais o programa, que destina R$ 200 a famílias pobres.
Os candidatos de Garotinho passaram a comandar a inscrição de novos beneficiários, segundo a promotoria. Desta forma, o número de famílias atendidas pelo programa subiu de cerca de 11 mil antes de junho para cerca de 29 mil em outubro, diz a Justiça.
O Cheque Cidadão de Campos é idêntico ao criado por Garotinho quando esteve a frente do governo estadual. Na época, o programa também foi alvo de suspeitas de uso eleitoral.
De acordo com a promotoria, beneficiários do programa municipal passaram a ser inscritos por indicação de candidatos a vereador sem procedimentos obrigatórios, como avaliação de assistentes sociais. O prejuízo, segundo a Justiça, seria de R$ 45 milhões por ano.
OUTRO LADO
Em nota, a defesa do ex-governador atribui a operação "a mais um capítulo da perseguição que [Garotinho] vem sofrendo desde que denunciou o esquema do governo Cabral na Assembleia Legislativa e as irregularidades praticadas pelo desembargador Luiz Zveiter".
"Garotinho afirma ainda que nem ele e nem nenhum dos acusados cometeu crime algum", diz trecho da nota.
LEIA A ÍNTEGRA DA NOTA DA DEFESA DE GAROTINHO
"Querem calar o garotinho mais uma vezO ex-governador Anthony Garotinho atribui a operação de hoje a mais um capítulo da perseguição que vem sofrendo desde que denunciou o esquema do governo Cabral na Assembleia Legislativa e as irregularidades praticadas pelo desembargador Luiz Zveiter.
O ex-governador afirma que tanto isso é verdade que quem assina o seu pedido de prisão é o juiz Glaucenir de Oliveira, o mesmo que decretou a primeira prisão de Garotinho, no ano passado, logo após ele ter denunciado Zveiter à Procuradoria Geral da República.Garotinho afirma ainda que nem ele nem nenhum dos acusados cometeu crime algum e, conforme disse ontem no seu programa de rádio, foi alertado por um agente penitenciário a respeito de uma reunião entre Sergio Cabral e Jorge Picciani, durante a primeira prisão do deputado em Benfica.
Na ocasião, o presidente da Alerj teria afirmado que iria dar um tiro na cara de Garotinho.Agora, a ordem de prisão do juiz Glaucenir é para que Garotinho vá com sua esposa para Benfica, justamente onde estão os presos da Lava Jato.Cabe frisar que essa a operação à qual Garotinho e Rosinha respondem não tem relação alguma com a Lava Jato." Com informações da Folhapress.
Por Redação RadioJovem

Procurado por meio de seus advogados, o publicitário negou ter omitido qualquer informação das autoridades
Oadvogado Rodrigo Tacla Duran diz ter recebido de um executivo da empreiteira Odebrecht entre 2011 e 2016, que aponta supostos repasses ao marqueteiro João Santana por meio de uma offshore nas Ilhas Cayman. O que ele diz, segundo a Folha de S. Paulo, é que Santana, em seu acordo de delação, omitiu tais repasses.

O marqueteiro fechou acordo de colaboração premiada com a Lava Jato e não citou a Deltora entre as empresas de fachada que foram usadas para o recebimento de pagamentos de caixa dois.
Procurado por meio de seus advogados, o publicitário negou ter omitido qualquer informação das autoridades e disse que jamais utilizou a offshore citada por Duran em suas operações.
O advogado é um personagem controverso na narrativa de colaboração da Odebrecht com a Lava Jato. Ele não fechou acordo de colaboração e acabou alvo de um mandado de prisão. Decidiu fugir para a Espanha –ele tem dupla cidadania– e o país europeu negou sua extradição ao Brasil.
Por Redação RadioJovem

Defensoria solicitou retorno de detentos que estão há dois anos ou mais em prisões federais


Defensoria Pública da União (DPU) um pedido de habeas corpus que segere o retorno de todos os detentos que estão há dois anos ou mais no sistema penitenciário federal aos seus estados de origem. Caso o Supremo Tribunal Federal (STF) acate o pedido feito na última quarta (27), 55 chefes do crime organizado podem voltar ao Rio de Janeiro

De acordo com informações do jornal O Globo, nomes como Luiz Fernando da Costa, o Fernandinho Beira-Mar (foto); Márcio dos Santos Nepomuceno, o Marcinho VP; e Antônio Francisco Bonfim Lopes, o Nem, poderiam ser beneficiados pela medida.
Entre os 30 presos mais antigos de penitenciárias federais, 20 são do Rio, incluindo os cinco com mais tempo de prisão. Em primeiro lugar está Fernandinho Beira-Mar, há 4.090 dias na cadeia, desde 19 de julho de 2006.
Em segundo lugar está, Elias Pereira da Silva, o Elias Maluco, que matou o jornalista Tim Lopes; Marcinho VP; Márcio José Guimarães, o Tchaca; e Marcos Antonio Pereira Firmino da Silva, o My Thor, presos no sistema federal desde 5 de janeiro de 2007.
O defensor público Anginaldo Oliveira Vieira assina o pedido. O ministro Alexandre de Moraes, do STF, é relator do caso.
Por Redação RadioJovem


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Planned Parenthood recebeu apoio do Tempo Satânico para ação conjunta nos tribunais

A Planned Parenthood é a maior rede de clínicas de aborto do mundo. Com sede nos Estados Unidos, eles já influenciaram a mudança de leis em diversos países do mundo, através da IPPF (International Planned Parenthood Federation), que tem influência na ONU, onde defende uma agenda que inclui a defesa das “questões de gênero”.

Após a chegada de Donald Trump à presidência dos Estados Unidos, eles perderam financiamento público e acabaram fechando várias clínicas.

Em uma tentativa de aumentar sua influência no estado do Missouri, que tem apenas umaclínica em funcionamento, a Planned Parentihood recebeu apoio da organização Templo Satânico.

O anúncio não é surpresa para quem acompanha o grupo satanista mais famoso dos EUA, e defende a prática do aborto como uma “expressão religiosa” legítima.

A estratégia da Planned Parenthood é pressionar os legisladores do Missouri para que haja um relaxamento das restrições do aborto. O Templo Satânico, que luta pelo reconhecimento como religião legítima, tenta fazer disso uma questão religiosa, alegando que um dos princípios fundamentais do satanismo é que “o corpo de alguém é inviolável, sujeito unicamente à sua própria vontade”.

Eles entraram com um processo na justiça do Missouri, alegando que as restrições do aborto do Estado violam os direitos dos seus membros à livre prática de sua religião. O ex-satanista Zachary King confessou após sua conversão que fazia rituais satânicos dentro de clínicas de aborto.


Essa ligação não é nova, pois, em suas diferentes formas, o satanismo tem uma história milenar de associação com o sacrifício infantil.

Na Bíblia já era relatado que os israelitas lutavam contra o culto de Baal, outro nome para o deus fenício Moloque, que era representado com corpo humano, mas a cabeça com chifres.

No seu ventre havia uma cavidade em que o fogo era aceso para consumir sacrifícios, muitas vezes de crianças. Ao longo do tempo sua figura foi associada ao diabo. O Livro do profeta Jeremias fala explicitamente contra o sacrifício de crianças a Baal, advertindo seus leitores que Deus considerava esse comportamento abominável. 

Com informações de Breitbart.

Phonte: Gospel Prime

Por Redação RadioJovem


De acordo com a PM, dois bandidos chegaram em um carro e atiraram no policial, que estava de folga, no Jardim Campos Verdes. Por G1 Campinas e região

 
Policial militar é morto a tiros em Hortolândia; quatro suspeitos são presos
Um policial militar de 36 anos, de folga, foi atacado e morto a tiros na manhã desta segunda-feira (4), em Hortolândia (SP). De acordo com a Polícia Militar, dois bandidos chegaram em um carro e atiraram contra o cabo João Eduardo Prado, que estava em um comércio na Rua Pedro Pereira dos Santos, no bairro Jardim Campos Verdes. Quatro suspeitos foram presos pelo crime à tarde.
Segundo a corporação, o policial não conseguiu reagir. Ele foi socorrido e encaminhado ao Hospital Mários Covas, mas não resistiu e morreu. Uma mulher que mora próxima do local onde o PM foi abordado levou um tiro de raspão, na coxa. Ela foi atendida e liberada.
O cabo da PM João Eduardo Prado, de 35 anos, foi morto nesta segunda (4) em Hortolândia (SP) (Foto: Reprodução/EPTV)O cabo da PM João Eduardo Prado, de 35 anos, foi morto nesta segunda (4) em Hortolândia (SP) (Foto: Reprodução/EPTV)
O cabo da PM João Eduardo Prado, de 35 anos, foi morto nesta segunda (4) em Hortolândia (SP) (Foto: Reprodução/EPTV)
A Polícia Militar informou que um dos bandidos fugiu a pé, e o outro no veículo, um Gol roxo, que foi abandonado em uma área próxima da IBM, em Hortolândia. De acordo com a PM, o cabo João Eduardo Prado fazia parte da corporação desde 2001
Em nota, a Secretaria de Segurança Pública (SP) de São Paulo informou que quatro suspeitos do crime foram presos e a ocorrência foi apresentada na delegacia de Hortolândia, onde o caso segue em investigação.

Por Redação RadioJovem

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