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Nem mesmo os dinossauros, reis da pré-história, escapavam de um dos mais básicos chamados da natureza: a vontade de fazer xixi. Agora, mais de [supostos] 65 milhões de anos após sua extinção, os cientistas usam os vestígios deixados por esse comportamento para saber mais sobre o funcionamento e a dinâmica do organismo desses animais. 

O xixi dos dinossauros brasileiros foi um dos primeiros descobertos no mundo e os pesquisadores do nosso país estão entre os maiores especialistas dessa área. Ao contrário das fezes (os coprólitos) dos dinossauros, o xixi propriamente dito não se fossilizou. 

O que permaneceu gravado em rochas e em outros sedimentos foram os buracos causadospela “cachoeira” de xixi dos dinos. Esse material ganhou o nome de urólito, que significa algo como “urina de pedra”. 

Durante muito tempo, os cientistas apenas especulavam que os dinossauros tinham algum tipo de sistema para excretar líquidos. Mas a confirmação só veio em 2004, com a publicação de um trabalho de paleontólogos brasileiros. O grupo montou uma força-tarefa que fez um trabalho de detetive para analisar que tipo de marcas eram aquelas encontradas e, principalmente, para identificar que bicho foi o “autor” daquele jato.

“Nós encontramos uma cavidade com sedimentos retrabalhados e escorridos de mais ou menos uns 35 cm, o que corresponderia a cerca de dois litros de líquido. A região em que nós encontramos essa estrutura só tinha ocorrência de mamíferos de pequeno porte, que não poderiam ter deixado essas marcas. 

Para ser compatível, tinha de ser um animal de grande porte, com cerca de cinco metros de comprimento. E só os dinossauros do local preenchiam esses pré-requisitos”, diz Marcelo Fernandes, professor da Universidade Federal de São Carlos e um dos autores da descoberta.

Além disso, a região era desértica, possivelmente não existiam nascentes de água, o que descarta outras origens para as marcas. O estudo dos urólitos ajudou a conhecer um aspecto da fisiologia desses animais que até então era um mistério: o sistema excretor. “Como não podemos dissecar um dinossauro, o urólito é uma forma indireta de aprender mais sobre eles”, diz a paleontóloga Aline Ghilardi, professora da Universidade Federal de Pernambuco.

Onde é o toalete?

As aves, parentes vivos mais próximos dos dinos, normalmente não excretam líquidos. Elas expelem uma “urina” pastosa, junto com as fezes. Por isso cocô de passarinho tem uma pasta branca e outra preta. As únicas aves que de fato “urinam” são as ratitas – aves como o avestruz e a ema – que são bem primitivas na história evolutiva do grupo. “Foi possível inferir que os dinos provavelmente tinham o comportamento excretor semelhante ao das ratitas atuais”, explica Aline.

Para Felipe Monteiro, paleontólogo e professor da Universidade Federal do Ceará, a descoberta “é uma prova evolutiva da relação desses animais”, diz.

Os pesquisadores se voltaram também para o estudo dos animais atuais que têm adaptações no organismo para resistir a condições desérticas. “O organismo dos dinossauros de deserto poderia fazer algo parecido com o que fazem hoje os camelos, que ingerem uma grande quantidade de água e depois vão reabsorvendo lentamente em uma estrutura específica”, compara Fernandes. 

“Quando o dinossauro de deserto encontrava um oásis ou pequenos focos d’água, ele poderia eliminar isso em forma de urina.” Ou seja, o ato de “urinar” não seria uma adaptação das aves ratitas a ambientes desérticos, como já foi sugerido, mas sim uma característica primitiva presente desde os dinossauros, seus ancestrais.

É comum a associação entre o cinema hollywoodiano e grandes liberdades criativas que acabam não considerando verossimilhança ou fidelidade histórica. Critica-se também as percepções científicas errôneas muitas vezes criadas pela sétima arte. Não é isso o que acontece com o xixi de dinossauro.

Apesar da força das evidências apresentadas pelos cientistas brasileiros, a primeira publicação descrevendo o xixi dos dinossauros foi recebida inicialmente com uma certa dose de desconfiança pela comunidade científica.

Avestruz urinando

Marcelo Fernandes reconhece que, inicialmente, foi preciso lidar com a perplexidade de alguns de seus colegas. Ele diz, porém, que a série de filmes “Jurassic Park” deu uma forcinha na hora de popularizar o conceito. “Foi mesmo sorte, mas o nosso trabalho saiu um pouco depois do lançamento de um dos filmes do ‘Jurassic Park’ [o terceiro, ‘Jurassic Park 3’, lançado em 2001]. E tinha uma cena em que o bicho fazia xixi. Isso deu uma forcinha”, diverte-se o pesquisador. [...]

(Folha de S. Paulo)

Nota: A palavra “estória” entrou em desuso, mas quero resgatá-la aqui, pois era usada para definir uma história fictícia; conto da carochinha. 

Com todo respeito aos pesquisadores brasileiros, gostaria de destacar pelo menos sete pontos em relação à matéria acima:

1. Quem disse que as marcas de líquido nas rochas foram mesmo feitas por dinossauros? Os pesquisadores deduzem isso pelo fato de a região ser desértica e não ter fontes de água. Mas quem disse que o ambiente era assim no tempo em que as tais marcas foram feitas? Como podem ter tanta certeza de que foram mesmo feitas por dinossauros? E se houve algum tipo de catástrofe hídrica por ali e devastação da vegetação? Isso poderia explicar o ambiente atualmente desértico e as marcas de jatos d’água.

2. Note que, com base em hipotéticas marcas fósseis de xixi supostamente expelido por dinossauros, os pesquisadores são capazes de determinar até o tamanho do bicho (isso me faz lembrar da historinha da Lucy que caiu da árvore...).

3. Com base na pressuposição não comprovada de que as aves seriam descendentes evolutivos dos dinos (confira aqui), os pesquisadores unem essa hipótese a outra ainda mais mirabolante: do xixi fóssil. E criam toda uma história em cima dessas evidências mínimas!

4. Palavras como “possivelmente” e “provavelmente” pontuam o texto, como sempre. No entanto, o paleontólogo Felipe Monteiro afirma categoricamente que essa descoberta é uma “prova evolutiva” da relação entre aves e dinos. A palavra “prova” é muito forte, ainda mais numa pesquisa como essa.

5. Para mim, a parte mais interessante no texto acima é esta: “É comum a associação entre o cinema hollywoodiano e grandes liberdades criativas que acabam não considerando verossimilhança ou fidelidade histórica. Critica-se também as percepções científicas errôneas muitas vezes criadas pela sétima arte. Não é isso o que acontece com o xixi de dinossauro.” Será que a autora da matéria se deu conta de que a descoberta é muito cinematográfica e quis induzir o leitor a não pensar assim?

6. Depois, o pesquisador Marcelo reconhece que o filme “Jurassic Park 3” deu uma “forcinha” para sua pesquisa, no sentido de ajudar a convencer as pessoas de que os dinos faziam xixi. A verdade é que há toda uma indústria cultural (filmes, séries, desenhos animados, documentários, etc.) que ajuda a “fazer a cabeça” das pessoas, levando-as a aceitar a ideia de que os dinossauros teriam vivido há milhões de anos, bem antes dos seres humanos, desaparecido e deixado como descendentes os canarinhos e os sabiás.

7. Por que os pesquisadores evolucionistas não levam tão a sério descobertas muito mais consistentes como as de carbono 14tecidos moles e células sanguíneas em fósseis de dinossauros? Aqui a evidência é muito mais concreta, mas acaba sendo desprezada porque não se encaixa no modelo conceitual construído ao longo dos anos. É o típico caso em que procuram salvar a teoria dos fatos, e não o contrário, como deveria ser feito na boa ciência. Deixam de lado evidências reais e “palpáveis” e preferem ficar com “xixi na pedra”.


Por Redação RadioJovem




Muito próximo do Papa Francisco, o vaticanista Marco Tosatti, colunista do “La Stampa” de Turim e de seu site religioso “Vatican insider”, revelou em sua página pessoal o que vinha sendo comentado “a boca chiusa” em Roma: o Papa prepara em silêncio um sínodo sobre a Amazônia. 


O Sínodo não seria brasileiro, mas transnacional, incluindo todas as dioceses da região amazônica vista como uma realidade superior às nove nações que exercem sua soberania sobre partes dela.

O tema central anunciado é a ecologia. Mas não se trata de cristianizar a realidade ecológica da Amazônia, mas de “ecologizar” a Igreja Católica, dissociando-a de seu passado missionário e modelando-a segundo o modelo comuno-tribal excogitado pelo
ambientalismo mais radical.

O instrumento escolhido para preparar o evento é o cardeal brasileiro D. Claudio Hummes, 82 anos, arcebispo emérito de São Paulo e ex-prefeito da Congregação para o Clero.

Ele está trabalhando intensamente há alguns anos no projeto pontifício. Já visitou 22 das 38 dioceses da Amazônia e o Papa lhe teria dito para apressar mais a agenda.

Muitos se lembram da destacada presença de Dom Cláudio na loggia de São Pedro quando Francisco I nela se apresentou logo após sua eleição.

O agitado Sínodo da Família, ainda fortemente controvertido, e seguido da não menos controvertida exortação sinodal Amoris Laetitia, atrasou o Sínodo de uma sonhada igreja comuno-tribal na maior floresta úmida da Terra.

Após queda do PT, o Sínodo Pan-Amazônico abre nova via para o comuno-progressismo.
D.Cláudio Hummes abraça Lula na missa do Dia do Trabalho 2003. 
Hoje é o articulador do Sínodo anarco-tribalista. Foto: Ana Nascimento-ABr

A Rede Eclesial Pan-Amazônica – REPAM foi fundada oficialmente em setembro de 2014, pretendendo dar continuidade às CEBs, muito diminuídas pela sua ligação com a Teologia da Libertação.

Segundo ela se define, a REPAM não tem uma finalidade católica como seu nome sugere, mas de apoio aos indígenas na “luta em defesa de sua sabedoria ancestral, de seus territórios e pelo seu direito a uma ‘participação efetiva nas decisões’ que dizem respeito a sua vida e a seu futuro. Reconhece e valoriza sua espiritualidade na relação com a Criação”.

Partilha, pois, as metas do famigerado CIMI.

A REPAM e, por conseguinte, o anunciado Sínodo Amazônico, visa planejar “como construir um modelo de futuro pan-amazônico em harmonia com a natureza”. A doutrinação desse modelo já está escrita e contida na encíclica Laudato Sì do Papa Francisco.

O plano é muito vasto, mas o ponto que de imediato atraiu a atenção é a criação de uma espécie de “sacerdotes casados”, que provocariam o fim do celibato eclesiástico no rito latino.

Tosatti dá entender essa meta final falando de “uma espécie de administradores leigos dos sacramentos, que substituam os sacerdotes. Mas há quem veja neste projeto a ponta da cunha para modificar as regras referentes ao celibato dos sacerdotes no rito latino”.

De fato, o Cardeal Hummes protagonizou em 2006 um não pequeno escândalo, após sua despedida da Arquidiocese de São Paulo para ocupar a Congregação do Clero a pedido do Papa Bento XVI.

Na ocasião, recebendo a funcionários da Cúria paulista, ele acenou com o fim do celibato dos padres.

“Embora os celibatários façam parte da história e da cultura católicas, a Igreja pode refletir sobre essa questão, pois o celibato não é dogma, mas uma norma disciplinar”, disse, segundo noticiou “O Estado de S. Paulo” (02-12-2006 – “Igreja poderá precisar de padres casados”).

O então ministro da Justiça Tarso Genro, em cerimônia Kuarup pelos mortos no Xingu, 2007. 
O ideal comuno-missionário é via de saída para as esquerdas Foto: Beth Begonha-ABr

Essas declarações foram muito ecoadas pela imprensa anticlerical e progressista. Assim que desceu do avião em Roma, um representante da Santa Sé lhe apresentou o texto de uma retratação, que acabou sendo publicada em página inteira no jornal vaticano “L’Osservatore Romano”.

Agora, segundo Tosatti, D. Hummes voltou à carga dizendo que fala em nome do atual Papa.

Tendo pregado retiros para bispos, sacerdotes e encarregados de pastoral sobre o Sínodo que está sendo planejado para a Amazônia, D. Hummes insistiu para que todos discutam abertamente o celibato, garantindo que nada devem temer por parte da Santa Sé. Esta outrora considerava revoltosa a dúvida e a contestação desse preceito eclesiástico no rito latino.

O Sínodo serviria de pretexto para subverter a doutrina e a disciplina do sacerdócio. Segundo Tosatti, a extensão do território, a dispersão da população e a falta de padres justificariam a violação da norma tradicional.

Tosatti menciona alguém não identificado, que durante uma conferência de D. Cláudio propôs que fossem solicitados dois sacerdotes a cada uma das Ordens missionárias existentes.

Mas o Cardeal teria respondido: “Não, não, o Papa não quer isso. Depois do Concílio não devem existir mais missionários, cada povo deve se evangelizar por si mesmo; só clero autóctone, sacerdotes e bispos até sem formação acadêmica”.

Nota do Blog Oséias 4-6: em 2012 criaram a Nossa Senhora da Amazônia!!!

Arquidiocese de Manaus cria Nossa Senhora indígena

Acrescenta Tosatti: “E prosseguiu dizendo que se antes era tabu falar de padres casados, agora se pode falar tranquilamente; falai entre vós. O Papa lhe teria aconselhado dizer aos bispos que ordenem um grande número de diáconos permanentes.

“O objetivo seria abrir a estrada para a ordenação de leigos casados para suprir a carência de sacerdotes”.

O Cardeal está impulsionando o envio de cartas dos bispos ao Papa pedindo autorização para realizar o Sínodo. Atendendo a esses pedidos, Francisco I aprovaria a reunião.


Religiosa na Missão Anchieta entre os indígenas da Amazônia, 
modelo da evangelização e de civilização que o Papa Francisco não quereria, 
segundo D.Claudio Hummes.

A ideia de sacerdotes “leigos” na realidade vem de longe, sobretudo na Alemanha, que nada tem a ver com a realidade amazônica, mas que por afinidade teológica financia a operação em andamento através da Caritas.

A relativização do celibato eclesiástico, entretanto, é apenas um aspecto introdutório da “igreja que se evangeliza a si própria”.

Essa nova-Igreja surge como se Jesus Cristo tivesse errado ao mandar: 
“Ide, pois, e ensinai a todas as nações; batizai-as em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Ensinai-as a observar tudo o que vos prescrevi”. (Mateus 28, 19-20

E também: 
“Ide por todo o mundo e pregai o Evangelho a toda criatura. Quem crer e for batizado será salvo, mas quem não crer será condenado” (Marcos 16, 15-16).

O Sínodo poderá se tornar a realização mais ousada do projeto comuno-missionário de uma Igreja ecologista e tribal, adaptada a cultos totêmicos portadores de “mensagens” confusas ou de fulgurações de misteriosos mundos que poderão se manifestar na inculturação ou falsa “autoevangelização”.

Esse novo Sínodo ainda dará muito que falar.

Com Informações?: Libertar

Por Redação RadioJovem



Diante de todas essas dificuldades, para quem crê em Deus sempre haverá consolo, esperança e socorro.
Rio Tiete entre as vias marginais.

Em São Paulo, na década dos anos 1980 para trás, não era contra lei o pobre cavar e manter um poço de água no quintal. As famílias mais pobres tinham água de graça para matar a sede e fazer a higiene pessoal da família inteira; não havia restrição para criar porcos, galinhas, patos, marrecos e até aquele peru do Natal. E assim, com pouquíssimo custo, era fácil ter alguma mistura na mesa para todos se satisfazerem, sem precisar ir às compras.

Nos idos 1980 e anos anteriores, existia espaço para plantar árvores frutíferas, legumes e verduras no quintal de casa. Eu tive o meu própria abacateiro! Via de regra, havia variedade de alimento sobre a mesa, ninguém espera o dia da feira ou procurava o mercado que oferecesse a melhor promoção. Hoje, pais de família gemem com a inflação em alta e descontrolada, sofrem com acúmulo das dívidas, deixam grande parcela do salário nos estabelecimentos comerciais e têm que pagar até pela sacola de compras. 

Agora, ao invés de encontrar peixes nos rios, riachos e lagoas, encontra-se poluição; no lugar de matas e ambientação aos pássaros e outros bichos, temos a invasão habitacional desorganizada, no lugar de preparo do solo para plantação encontramos o cimento frio.

Para muitos habitantes paulistanos, falta o emprego e o dinheiro para sobreviver nesta grande cidade, que é centro de desespero, zona de asfalto cheio de buracos e enchentes devastadoras, o mesmo lugar que outrora representava o sonho de progresso de nordestinos e tantas outras gentes.

Antigamente, era menos complicado ser pobre em São Paulo. 

Porém, diante de todas essas dificuldades, para quem crê em Deus sempre haverá consolo, esperança e a resposta certa. 

Qual? Salmo 121 responde.

1 Elevo os olhos para os montes: de onde me virá o socorro?
2 O meu socorro vem do SENHOR, que fez o céu e a terra.
3 Ele não permitirá que os teus pés vacilem; não dormitará aquele que te guarda.
4 É certo que não dormita, nem dorme o guarda de Israel.
5 O SENHOR é quem te guarda; o SENHOR é a tua sombra à tua direita.
6 De dia não te molestará o sol, nem de noite, a lua.
7 O SENHOR te guardará de todo mal; guardará a tua alma.
8 O SENHOR guardará a tua saída e a tua entrada, desde agora e para sempre.

E.A.G.
Por Redação RadioJovem

Secom-JP
Edição de número 252 da Romaria da Penha é concluída em João Pessoa
Redação Tambaú 247 – Neste ano foi celebrada a 252ª Romaria de Nossa Senhora da Penha, que aconteceu na noite desse sábado (28) e se estendeu pela madrugada do domingo (29). Ao lado da primeira-dama Maísa Cartaxo, o prefeito acompanhou o cortejo desde a saída, em frente à Igreja de Lourdes, no Centro. “A Romaria da Penha é um momento de fortalecer a fé, a religiosidade que existe em cada um de nós.”, disse o prefeito.
A Prefeitura Municipal de João Pessoa atuou com a Secretaria Municipal de Saúde (SMS); Secretaria de Segurança Urbana e Cidadania (Semusb) e Superintendência Executiva de Mobilidade Urbana (Semob-JP). Na área da Saúde, por meio do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu-192), foram disponibilizadas, sem prejuízo aos demais chamados pela cidade, quatro Unidades de Suporte Básico (USB), quatro motolâncias e uma Unidade de Apoio, algumas fazendo todo o percurso até a Penha e outras posicionadas em pontos estratégicos.
A Guarda Municipal (GM) esteve presente no evento e trabalhou em conjunto com a Polícia Militar. Um efetivo de 83 profissionais foi escalado para a Romaria, sendo distribuído em pontos estratégicos nos 14 km de percurso. A subinspetora da Guarda Municipal, Fabiana Lacet, disse que havia “várias equipes espalhadas por todo o percurso, inclusive no próprio santuário” e que esses profissionais ficaram até o final da Missa campal. Houve também a colocação de um guarda municipal na sala de Controle de Tráfego por Área da Semob, que ficou responsável de informar via rádio qualquer comportamento suspeito no meio da multidão.
Essas mesmas câmeras da Semob, que captam imagens em tempo real e auxiliaram o trabalho da Guarda Municipal, também ajudaram as equipes da Polícia Militar, já que um oficial ficou de plantão no setor de Controle de Tráfego. São oito câmeras de monitoramento de trânsito instaladas só nesses 14 km de trajeto da Romaria.

Já em campo, a Semob-JP colocou de plantão 90 agentes para organizar o trânsito e garantir a segurança dos fiéis. Foram utilizadas para monitorar o evento 25 viaturas, sendo 20 motocicletas e cinco carros. Ainda estiveram engajadas nesse plano de apoio a 252ª Romaria da Penha as Secretarias de Infraestrutura (Seinfra) e Desenvolvimento Urbano (Sedurb), além da Fundação Cultural de João Pessoa (Funjope) e a Autarquia Especial Municipal de Limpeza Urbana (Emlur).
Com informações da Secom-JP
Por Redação
MPA equipe de promotores corregedores da Corregedoria Geral do Ministério Público da Paraíba (MPPB) realizou nessa semana a inspeção nas Promotorias de Justiça de Catolé do Rocha, São Bento e Brejo do cruz.
A Corregedoria Geral do MPPB é um órgão orientador e fiscalizador das atividades funcionais e da conduta dos membros (procuradores e promotores de Justiça) do Ministério Público e tem como atribuições realizar inspeções e correições de interesse do MPPB, inclusive nas Procuradorias de Justiça; propor ao Conselho Superior do Ministério Público o não vitaliciamento de membros; fazer recomendações, sem caráter vinculativo, a órgão de execução; e instaurar sindicância e processo administrativo disciplinar contra membro da instituição, podendo aplicar a pena de advertência.
Atualmente, a Corregedoria Geral tem à frente o procurador de Justiça Luciano de Almeida Maracajá e é composta ainda pela subcorregedora-geral Marilene de Lima Campos de Carvalho e pelos promotores corregedores Eny Nóbrega de Moura Filho, Francisco Paula Ferreira Lavor e Leonardo Pereira de Assis.
Por Redação
barragem subterranea BSA busca de alternativa para convivência com a estiagem levou agricultores familiares do município de Bom Sucesso, a construir barragens subterrâneas coletivas em suas propriedades. Eles decidiram executar as obras ao tomar conhecimento do processo de construção e das vantagens de armazenamento de água, criando condições para o futuro cultivo de suas lavouras e a criação de animais.
Com a orientação e assessoria da Gestão Unificada Emepa/Interpa/Emater (GU), vinculada à Secretaria de Desenvolvimento Agropecuário e da Pesca, os agricultores do Sítio Passagem, Caubi Pereira, Augusto Abrantes, Fábio Gonçalves, Francisco Vandilson e Jackson Oliveira de Lima, utilizando o leito do Rio Bom Sucesso, iniciaram a construção da obra, com uma profundidade de oito metros e uma vala com 285 metros de comprimento, sendo que na parte central a profundidade chegou a 14 metros.
O extensisonista Flaudemi José Félix de Sousa explicou que há muito tempo os produtores tinham interesse em construir a barragem, mas como se tratava de um rio temporário com razoável volume de água no período chuvoso e com uma grande bacia hidráulica, existiam dificuldades técnicas por parte dos interessados para executar a obra devido à elevação do lençol freático. Aproveitando que a região passa por quatro anos de baixa pluviosidade, os agricultores acharam que seria o momento para a execução da obra.
Para construir a barragem, foi utilizada uma retroescavadeira de grande porte. A obra também contou com parceria da prefeitura municipal, que forneceu uma pá carregadeira, e com a orientação técnica e o acompanhamento do assessor estadual da Emater,Ricardo Pereira.
Multiplicação:
Os trabalhos de capacitação realizados pelo assessor Ricardo Pereira e extensionistas daEmater com relação à construção de barragens, em todas as regiões do Estado, estão se disseminando entre os agricultores. Foi o que aconteceu com os agricultores do município de Bom Sucesso, que decidiram construir sua barragem depois que tomaram conhecimento de todo o processo técnico.
Em dimensão semelhante, a barragem dos seus vizinhos, os agricultores Adeilson Oliveira, Benedito Vieira, Raimundo Herculano, Pedro Junior e Ivani Paz também tiveram o acompanhamento dos técnicos da GU-Emater. A barragem tem 185 metros de comprimento, uma profundidade média de oito metros. O custo foi de R$ 22 mil, dividido entre todos com partes iguais.
A construção das barragens teve o acompanhamento dos extensionistas Flaudemi José Félix de Sousa, de Bom Sucesso, Jailson Custódio, de Jericó, e contou com assessoramento do técnico Ricardo Pereira de Farias, que orientaram todo o processo, desde a colocação da lona, limpeza da vala, reposição do material de aterro da vala e sobreposição da lona. Estas duas barragens talvez sejam as maiores construídas na Paraíba com recursos dos produtores.
O lençol freático da bacia do Rio Bom Sucesso tem uma grande disponibilidade de água, isso irá garantir, entre outras ações, a exploração da bovinocultura de leite, caprinocultura, da fruticultura, como também a produção de forragem para o rebanho durante a estação seca.

Por Redação
O secretário de Assistência Social, Robson Henrique, convida a população para participar das atividades.
Foto: Divulgação.
Com o objetivo de alertar a população e mobilizar a sociedade pelo fim da violência contra a mulher, a Secretaria de Assistência Social por meio do Centro de Referência de Atendimento à Mulher elaborou uma programação especial de 16 a 19 de novembro.
As atividades fazem parte do movimento “16 dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra a Mulher e visam promover o debate e denunciar a violência contra as mulheres. 
O secretário de Assistência Social, Robson Henrique, convida a população para participar das atividades. “É fundamental que as pessoas abracem essa causa e principalmente compreendam a importância da semana do ativismo”, disse o secretário.
Abaixo a programação:
16 de novembro (segunda-feira): 8h Blitz na Avenida Nove de Julho esquina com a Praça Getúlio Vargas;
  • Panfletagem de conscientização sobre a Violência contra a Mulher;
  • Teatro ao ar livre encenando uma situação de violência contra a mulher e mostrando as formas de combate.
17 de novembro (terça-feira): 9h abertura solene na Câmara Municipal de Fátima do Sul.
  • Presença de autoridades, incluindo a Delegada da Delegacia de Atendimento a Mulher, Drª. Mayara de Souza;
  • Palestra com uma convidada representante da Secretaria de Políticas Públicas para as Mulheres do Mato Grosso do Sul.
18 de novembro (quarta-feira): 9h Palestra na Polícia Militar de Fátima do Sul. 
  • Palestra com a Equipe CRAM. Tema: Os Aspectos Psicológicos da Mulher Vítima de Violência Doméstica.
19 de novembro (quinta-feira): 8h30 Palestra no Estabelecimento Penal Feminino “Luiz Pereira da Silva”.
  • Palestra com a Equipe CRAM. Tema: Preconceito e Violência de Gênero: Pelo Fim da Violência contra a Mulher.
  • Palestra na FAFS/UNIESP - 20h.


Por Redação

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