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Que tal trazer a família para saborear as melhores carne da região e ainda por cima, com
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Confira as dicas do nosso amigo Gaúchinho, Lombo de Porco assado costela assada -
 Semana para fazer um bom churrasco e preparar aquela carne saborosíssima!.




Por Redação RadioJovem

O intestino grosso é um órgão muito importante. Ele é responsável pela eliminação de resíduos que se acumulam no organismo. Por isso, devemos fazer o possível para mantê-lo saudável. Caso contrário, o corpo ficará intoxicado e cheio de problemas de saúde, como: - Prisão de ventre - Síndrome do intestino irritável - Síndrome do intestino permeável Além desses, ainda há muitos outros problemas de saúde, que, com certeza, ninguém vai querer sofrer, não é verdade? É por isso que trouxemos a receita de um maravilhoso suco desintoxicante. Ele é supernatural, à base de maçã, limão, gengibre e sal marinho. Isso mesmo, sal! Ele tem uma função especial na receita: a de intensificar a ação desintoxicante dela, além de nutrir o corpo com importantes minerais. Por isso use um sal de boa qualidade, um sal integral, como o do Himalaia ou o de Guérande, riquíssimo em magnésio. Mas, se for hipertenso, faça a receita sem o sal. Você deve beber três vezes por semana: uma ainda em jejum, antes do café da manhã; outra antes do almoço e outra no fim da tarde. Faça na hora de tomar. E faça este tratamento por uma semana para melhores resultados. Caso sofra com alergia a algum desses ingredientes, esteja gestante ou tenha alguma doença, consulte o médico antes de beber o suco. INGREDIENTES. Meia xícara de suco de maçã verde (pode ser vermelha). duas colheres (sopa) de suco de limão fresco. uma colher (chá) de suco de gengibre (rale o gengibre fresco e pressione para extrair o sumo). Meia colher (chá) de sal integral de boa qualidade. uma xícara de água filtrada. MODO DE PREPARO. Coloque a água para esquentar numa panela, mas não deixe que ferva. A ideia é que a água fique numa temperatura morna, para que você possa beber. Feito isso, coloque no copo e adicione o sal, misturando bem. Em seguida, adicione o suco de maçã, de gengibre e de limão. Mexa bem e beba. Consulte sempre seu médico.. Remédios naturais também tem efeitos colaterais

fonte: cura pela natureza Este artigo é meramente informativo, o canal NatuPlantas não temos capacidade de receitar nenhum tratamento médico nem realizar nenhum tipo de diagnóstico. Convidamos você a recorrer a um médico no caso de apresentar qualquer tipo de condição ou mal-estar

Por Redação RadioJovem
Prático, rápido e eficaz. Saiba como fazer e tomar Muitas pessoas têm problema de digestão. E sentem o estômago pesado após as refeições. Isso se deve ao acúmulo de gases produzidos pelo alimento mal digerido. É muito chato o problema. Ele até interfere no nosso apetite, pois saber que ficaremos "empanzinados" depois de comer é muito desanimador. Você precisa ir ao médico para investigar a causa. E, como apoio, experimentar boas dicas caseiras. Pela medicina natural, normalmente, chás, enzimas e probióticos (como iogurte e kefir) resolvem o problema. Além disso, há uma solução caseira muito efetiva. E de ação imediata. Em 15 minutos ou menos, depois de tomar este remédio natural, você estará livre dos gases e seu estômago não mais estará inchado. Duvida? Experimente! A receita é facílima. Em um copo de vidro, esprema um limão grande ou dois médios. Em seguida, adicione aos poucos uma colher (chá) de bicarbonato de sódio no suco. A mistura vai borbulhar. Por isso é importante colocar o bicarbonato lentamente. Complete com água até chegar à metade do copo e pronto. Tome-o sempre que sentir a digestão difícil. Você verá que este remédio natural, além de delicioso, faz muito bem à saúde. E resolve rapidinho o problema dos gases e da má digestão.
Por Redação RadioJovem

Como já mencionámos anteriormente, o limão tem muitas propriedades benéficas para a nossa saúde. Para além disso, esse citrino tem um sabor incrível, por isso é bastante utilizado em refeições e bebidas. Mas você sabe o que acontece quando um limão está congelado? Ele ajuda a tratar diabetes, câncer e tumores e pode até nos ajudar a perder peso! Os flavonóides existentes no suco de limão possuem antioxidantes, muito úteis para tratar uma série de doenças. Já a casca de limão é capaz de ajudar a estimular o sistema imunitário, reduzir os níveis de colesterol e impedir o desenvolvimento de qualquer tipo de câncer. Para além do mais, a raspa de limão tem um efeito anti-microbiano, que é muito útil na prevenção de infeções bacterianas e fúngicas. Isso é muito importante para eliminar parasitas e vermes do corpo, e para a remoção da gordura em excesso. Os limões são ótimos para desintoxicar, e existem várias formas de o tomar: limonada, chá de limão, entre outros. Saiba mais sobre esse poderoso citrino abaixo! Agora vamos lhe mostrar resumidamente alguns das vantagens que esse citrino traz para a nossa saúde: – Previne o câncer e reduz o risco de acidente vascular cerebral. – É ideal para o tratamento de inflamações. – Melhora a nossa imunidade. – Ajuda a prevenir os sintomas da asma. – É muito eficaz contra bactérias perigosas. – É um excelente tratamento para o estresse e depressão. – Ótimo para os rins e para limpar o fígado. Limões para o câncer Geralmente, os limões são ricos em vitamina Ce, que se concentra no suco de limão. De acordo com a última pesquisa, a casca do limão tem nutrientes com muito potencial para destruir e remover o lixo tóxico do nosso corpo. Essa é a principal razão pela qual esse alimento é usado ??com muita frequência em tratamentos de pessoas com câncer. Para além disso, os cientistas têm vindo a fazer testes com limões para matar células cancerosas. Depois de algumas experiências, eles verificaram que os limões congelados são capazes de destruir cerca de 12 tipos diferentes de células cancerosas e malignas, incluindo as do câncer do pâncreas, cólon, mama, próstata e pulmão. Vários estudos demonstraram que esses citrinos congelados podem ser mais eficientes na destruição do câncer do que a quimioterapia. Eles são muito mais saudáveis e seguros, para além de não possuírem efeitos secundários. Estudos também provaram que o suco de limão pode matar as células cancerosas deixando as células saudáveis ??intactas! Como tirar o máximo partido dos limões? A casca de limão possui 10 vitaminas. A maioria dos antioxidantes encontrados em frutas vêm da sua casca, não da polpa. Por isso, com essa receita você vai ser capaz de obter mais benefícios desse citrino! 1. Lave limões com vinagre de maçã ou bicarbonato de sódio. 2. Em seguida, lave com água e seque com um pano. Agora congele os limões durante a noite. 3. Depois de congelar os citrinos, você pode ralar todo o limão com casca e polpa, sem jogar nada fora. 4. Verta o limão ralado em uma bandeja de gelo e congele novamente. Agora você está pronto a utilizar esse produto milagroso. Pode consumir essa raspa de limão congelado de várias maneiras: em seus pratos ou até smoothies. Uma uma colher de sopa de limão ralado será suficiente. Experimente e conte-nos os resultados! Consulte sempre seu médico.. Remédios naturais também tem efeitos colaterais fonte: historiascomvalor


Por Redação RadioJovem

O uso medicinal do melão-de-são-caetano (Momordica charantia) é amplo e conhecido em vários países.
Ele cresce bem em climas úmidos e quentes e pode ser encontrado principalmente na Ásia e América do Sul.
Este melão tem um gosto extremamente amargo (por isso também é conhecido como "melão amargo") e seu formato lembra um pepino "acidentado".
Foi provado que alguns de seus componentes naturais são capazes de tratar e curar o câncer.
O principal descobridor e divulgador dos incríveis poderes desta fruta é o dr. Frank Shallenberger, especializada em tratamentos anti-envelhecimento e em medicina alternativa no Nevada Center of Alternative & Anti-Aging Medicine, Estados Unidos.
Ele afirma que esta fruta milagrosa inibe o crescimento de células de câncer de forma eficaz.
De acordo com suas descobertas, uma solução de 5% de suco de melão-de-são-caetano pode lutar contra o câncer e derrotá-lo.
Suas pesquisas revelaram que esta fruta destrói celulares de 90 a 98% das células cancerosas.
O seu efeito foi examinado na Universidade do Colorado e os resultados mostraram uma redução de 64% no tamanho dos tumores.
A dose utilizada foi de seis gramas de pó do melão-de-são-caetano para um adulto de porte médio (75 quilos).
Segundo o dr. Shallenberger, "Os grandes laboratórios e companhias farmacêuticas buscam encontrar petroquímicos patenteáveis que obtenham o mesmo resultado que Deus colocou nesse vegetal e ficam boquiabertos como uma planta tão despretensiosa consegue desnutrir o câncer sem precisar de nenhuma química complexa".
Portanto, esta pesquisa só confirmou os benefícios e a ação poderosa do melãozinho (o outo nome como a fruta é conhecida).
Além disso, esta fruta também desempenha um grande papel no tratamento da infecções da pele, sintomas de diabetes, asma, hipertensão e problemas de fígado e estômago.
Estes são os mais importantes benefícios à saúde do melão-de-são-caetano:
- Ele limpa e desintoxica o fígado, alivia a dor gota e estimula a circulação sanguínea
- Seu suco aumenta a imunidade e eleva e resistência do corpo contra infecções
- Melhora a digestão
- Excelente para controlar o diabetes, pois reduz o açúcar no sangue
- Acelera o metabolismo e, ao mesmo tempo, alimenta e purifica o fígado, protegendo-o do álcool e de outras substâncias tóxicas
- O consumo regular de seu suco ajuda a aliviar infecções fúngicas, micoses, pé de atleta e psoríase
- Melhora a acuidade visual e alivia o problema de visão, pois é abundante em betacaroteno
- Quando consumido regularmente, aumenta a resistência e o nível de energia
COMO FAZER O CHÁ
Use 5 colheres (sobremesa) para 1 litro de água.
Ferva a água, acrescente as folhas, desligue o fogo, tampe a panela e espere esfriar.
Beba de 2 a 3 xícaras por dia.

Se não encontrar a planta fresca, compre as folhas secas em lojas de produtos naturais.
Coloque 1 litro de água para ferver.
Quando ferver, coloque 1 colher (sopa) da erva e desligue o fogo.
Tampe e deixe a solução abafada por cerca de 10 minutos.

Em seguida, é só coar e beber.

Tome de 2 a 3 xícaras por dia.
O fruto pode ser comido ou transformado em sucos, mas não se deve exagerar.
Contraindicações
Nunca deve ser consumido em grande quantidade.
Seu consumo em qualquer dosagem é proibido para gestantes ou para as mulheres que estão tentando engravidar, pois é abortivo.
Também devem ser tomados muitos cuidados no caso de pacientes que estejam amamentando e crianças.
Por Redação RadioJovem


Em uma era mais civilizada — ou seja, durante os anos 1840, quando as tarifas protecionistas sobre os cereais estrangeiros foram abolidas —, uma redução no preço dos alimentos do povo era visto como algo benéfico. 
Hoje, a coisa se inverteu: aumentar os preços dos alimentos em nome da "sustentabilidade climática" é, como diriam os franceses, de rigueur — obrigatório em termos de boa consciência.
Segundo reportagem do jornal britânico The Independent:
"A Dinamarca está considerando propostas para introduzir uma taxa sobre a carne vermelha, após um instituto do governo chegar à conclusão de que "a mudança climática é um problema ético".
O Conselho Dinamarquês de Ética recomendou a imposição de uma taxa inicial sobre a carne, almejando ampliar a regulamentação sobre todas as carnes vermelhas no futuro. O instituto disse que, no longo prazo, o tributo deve ser aplicado a todos os alimentos em alíquotas variadas, dependendo do seu impacto climático. [Ênfase minha]
O Conselho votou a favor dessas medidas por maioria avassaladora, e a proposta será agora levada ao governo, que deverá considerá-la."
É de se imaginar o que exatamente eles querem dizer com "um problema ético"; no entanto, pelo contexto, ficou bastante claro que a frase é apenas um eufemismo para "um problema que nós, da elite, decidimos que deve ter prioridade em relação a todos os outros problemas".

Ademais, se tais regulamentações forem realmente implantadas, será necessária a criação de uma enorme burocracia estatal incumbida de decidir quais alimentos possuem um aceitável nível de "impacto climático" e quais violam esse novo postulado ético. 

Funcionários públicos serão muito bem pagos para escrever relatórios estipulando em quanto o preço do alimento X deve ser sobretaxado para refletir sua falta de sustentabilidade climática. Haverá categorizações, rankings, relatórios técnicos, comissões e muitas campanhas publicitárias — tudo em nome da imposição de uma "dieta ética".

Em épocas ou locais mais sensatos, esse tipo de micro-gerenciamento estatal da dieta dos seres humanos seria visto como algo absurdo. No entanto, nesta nossa era de incessante expansão do poder estatal em nome da proteção do status quo climático, isso é visto como algo bem avant-garde.

Defensores de novos tributos fingem que os custos não importam
E quais serão os custos para o cidadão comum? Considerando-se a importância comunal e ritual da alimentação na cultura humana, certamente não será zero. Tampouco podem as valorações subjetivas feitas por bilhões de seres humanos ser simplesmente descartadas. Muitas pessoas preferem obter sua nutrição por meio da carne. Outras preferem se nutrir de outras fontes. Vários povos fazem celebrações religiosas e culturais em torno de determinados tipos de alimentos.

Se as novas taxas sobre os alimentos forem implantadas, esses aspectos cotidianos da vida — atividades que estão no cerne da cultura e da vida humana — serão ainda mais limitados e restringidos, fazendo com que os membros mais empobrecidos da sociedade sejam os que mais sofram.

"Ora, mas é só carne vermelha!", diriam os moderados. Não. A sobretaxa sobre alimentos é apenas uma fração de um esforço global e coordenado das elites políticas para enrijecer ainda mais o controle sobre o cidadão comum, o qual está sendo doutrinado a crer que os prazeres mais básicos da vida agora são uma forma de eco-terrorismo. Dizer que "é apenas carne vermelha" é algo que soa terrivelmente semelhante a "é apenas um pequeno aumento de impostos", como se essa proposta não configurasse também um grande aumento do fardo tributário.

Ademais, os planejadores da tributação dos alimentos já deixaram claro que nada está a salvo de suas garras. Eles abertamente admitem que todos os alimentos serão categorizados e classificados em rankings, assim como todos os aspectos da vida humana, como viagens, recreação e condições de vida.

Você gosta de viajar para o litoral nos fins de semana e feriados? Sinto muito, isso requer o uso de combustíveis fosseis. Quer ter uma casa própria? Que pena, você só poderá construir se utilizar amenidades "energeticamente eficientes", dispensnado ar-condicionado e utilizando vasos sanitários de baixa vazão de água. Quer comer um peru de Natal? Que azar, a emissão de CO2 durante sua criação é muito alta.

É claro que tais leis serão aplicadas apenas ao populacho. Os bilionários e os políticos ambientalistas continuarão viajando normalmente em seus jatinhos particulares (comoLeonardo DiCaprio e Al Gore, que rodam o mundo em seus jatinhos poluentes para fazer discursos contra o aquecimento global) e fazendo suas faustosas refeições. Enfrentar o "problema ético" é algo que será relegado apenas ao restante da humanidade.

Observe que os custos e os eventuais malefícios das sobretaxas sobre alimentos e sobre emissões de carbono nunca são analisados em relação às supostas vantagens dessas taxas. Os proponentes nunca reconhecem que há custos em suas propostas. Eles vêem apenas benefícios.

Os custos para a humanidade em termos de encarecimento dos alimentos, dos transportes e dos imóveis são muito reais, mas não podem ser especificamente calculados, pois cada indivíduo deste planeta atribui um valor subjetivo específico a viagens, alimentos e toda a infinita lista de amenidades existentes. Sendo assim, há infinitas maneiras de os indivíduos valorarem essas amenidades. Consequentemente, os verdadeiros custos não podem ser mensurados.

Este, obviamente, é sempre o problema central de todas as políticas públicas e de todo e qualquer tipo de planejamento estatal. Não há maneira de prever como incontáveis e singulares seres humanos, cada um com suas específicas maneiras de avaliar e valorar cada amenidade, serão impactados por uma nova lei ou regulamentação. Como Friedrich Hayek explicou em seu livro A Arrogância Fatal, o principal problema de um planejamento estatal reside no fato de que "aquilo que não pode ser conhecido não pode ser planejado".

Pior ainda é o fato de que, ao se considerar os efeitos de leis relacionadas ao "controle do clima", sempre há uma inflexível recusa em levar em consideração qualquer aspecto econômico dessas leis. Isso é patente nas próprias palavras dos ativistas, quando eles enfatizam que o aquecimento global deve ser tratado apenas como um "problema ético". Essa expressão é utilizada como uma espécie de talismã, o qual libera os ativistas da chateação de ter de levar em conta os tediosos alertas de economistas que reconhecem a existência de coisas enfadonhas como custo de oportunidade e escassez.

As consequências dessa atitude sempre se revelam abaixo do ideal, sendo que foi isso o que levou Hayek a dizer que: "Portanto, é uma traição — que deve preocupar a todos — teorizar a respeito da "sociedade justa'' sem qualquer preocupação com as consequências econômicas da implantação dessas convicções."

Os supostos benefícios das regulamentações também não podem ser calculados

Também não prenda a respiração esperando qualquer tipo de análise de custo-benefício.

O debate sobre o aquecimento global nunca avançou para além da exigência de que todos se ajoelhassem perante a última medida proposta anti-aquecimento global. Ou se faz genuflexão ou se tem um armagedom.

Para o lobby do aquecimento global, todo o necessário para fazer com que tudo fique bem é entregar o controle da economia mundial para os planejadores centrais dos governos. Para tais pessoas, basta o governo acionar suas engrenagens e elas automaticamente farão tudo com assombrosa precisão para preservar o status quo climatológico. Dentre suas propostas, as duas que mais chamam a atenção são o encarecimento da energia e a redução da atividade econômica.

Os custos de tal empreendimento — sejam eles mensurados em dinheiro, vidas humanas ou conforto humano — seriam irrelevantes, pois, segundo eles próprios, a única alternativa é a total destruição do planeta Terra.

Essa postura de "faça o que eu digo ou você vai morrer" é obviamente o sonho de todo e qualquer propagandista. Só que, no mundo real, onde cabeças mais racionais tendem (ocasionalmente) a prevalecer, os custos de qualquer ação governamental devem ser comparados aos custos das alternativas. Mais ainda: o ônus da prova recai sobre aqueles que querem a intervenção estatal, já que seus planos dependem do uso da violência do estado para impingir o cumprimento das ordens propostas.

Mas, pelo bem debate, vamos assumir, hipoteticamente, que realmente estejam ocorrendo mudanças climáticas globais e que o nível dos oceanos esteja subindo. Isso ainda deixa várias questões que devem ser prontamente respondidas pelos entusiastas do aquecimento global:

1) Qual é o custo do seu plano para as várias populações do planeta, em termos de vidas humanas e de padrão de vida?

2) Os custos do seu plano são maiores ou menores do que os custos de outras soluções, como a realocação gradual de populações que vivem em áreas costeiras?

3) Você seria capaz de demonstrar que o seu plano tem uma alta probabilidade de dar certo? Se a resposta for negativa, por que deveríamos implantar o seu plano em vez de usar os mesmos recursos em outras soluções mais práticas e em necessidades mais imediatas, como água potável, alimentos, e necessidades básicas?

Com grande frequência, a resposta a perguntas como essas consistem de bravatas e diatribes que nos exortam a agir agora. Mas essa postura é similar à de uma pessoa que, vendo que o inverno está se aproximando, exige que todos construam imediatamente abrigos e sigam estritamente suas ordens. "Vocês não estão vendo que está ficando frio?" diz ele. "Se vocês não construírem os abrigos como estou mandando, todos nós iremos congelar." 

 E quando alguém questiona se esse seu plano de construir abrigos é realmente a melhor maneira de agir, ou ao menos sugere que há outros tipos de abrigo com um melhor custo-benefício, ou, ainda, que é melhor permitir que cada um seja livre para construir seu próprio abrigo, ele se enraivece e dispara que "vocês egoístas ignorantes não se importam se todos nós morrermos!"

A suposição fundamental é que cada regulação proposta pelos ativistas das mudanças climáticas é absolutamente essencial, de modo que, qualquer oposição aos seus planos trará a total destruição da raça humana.

Sob circunstâncias normais, qualquer pessoa racional imediatamente veria esse modus operandi intelectual como sendo idêntico ao comportamento de perigosos religiosos fanáticos. Porém, para os atuais defensores do planejamento estatal do clima global nenhuma discordância deve ser tolerada, e qualquer consideração racional sobre custos e benefícios reais deve ser minimizada e militantemente ignorada.

Da várias maneiras, essa recusa anti-intelectual de discutir o lado negativo de uma política pública advém do fato de que vários defensores da sobretaxa dos alimentos são incapazes de realmente demonstrar quaisquer benefícios mensuráveis. Isso porque a maioria dos "benefícios" não passa de especulação baseada em modelos computacionais.

Ao contrário da ciência comum, essa ramificação política da ciência climática não envolve nenhuma genuínaobservação; ela se baseia meramente em modelos hipotéticos. Ademais, mesmo se os modeladores fossem capazes de prever, com grande acurácia, os exatos efeitos do aquecimento global no futuro distante, eles teriam de ilustrar os benefícios específicos de uma sobretaxa sobre os alimentos, ou sobre as viagens aéreas, ou sobre a regulação de itens domésticos. 

 Como tal precisão não existe, nenhum "benefício" pode ser demonstrado. E aí voltamos novamente ao problema do cálculo demonstrado por Hayek.

Com efeito, todo esse esforço se baseia na crença mística de que políticos podem aprovar leis e que os objetivos almejados serão magicamente alcançados graças ao poder do pensamento positivo. Já a realidade bem mais provável — a de que os planejadores estatais estão, na prática, tateando no escuro à procura de uma solução — deve ser resolutamente negada.

Consequentemente, qualquer resistência à imposição de uma sobretaxa sobre os alimentos será respondida com a reação usual: "Aceite nossas idéias ou morram no inevitável apocalipse climático".

É uma postura interessante, mas não pode ser aceita em uma discussão política racional.

Ryan McMaken é o editor do Mises Institute americano.

Phonte: Mises BR
Por Redação RadioJovem
Rendimento 6 porções
Tempo de preparo 20 min
Ingredientes
1 ½ xícara de cuscuz marroquino;
125 g de bacon;
1/2 cebola picada;
2 xícaras de acelga (couve-chinesa) bem picada;
sal e pimenta-do-reino a gosto.
Modo de fazer
Leve para ferver 350 ml de água. Quando ferver, adicione o cuscuz. Tampe e retire do fogo. Deixe descansar por 5 minutos.
Pique bem o bacon e frite-o até ficar crocante. Retire da frigideira, reserve e conserve a gordura na frigideira para fritar a cebola. Acrescente a acelga picada e refogue até amolecer. Adicione a acelga refogada ao cuscuz, mais o bacon, e misture bem. Acerte os temperos e sirva.

Por Redação RadioJovem

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