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"Disse o néscio no seu coração: Não há Deus.' 
Salmos 53-1

Dan Brown deu entrevista polêmica no lançamento de seu novo livro

Anos atrás, quando seu livro “O Código Da Vinci” se tornou um fenômeno de vendas, o escritor Dan Brown foi acusado de promover o ateísmo. Ele negava, dizendo que era apenas um contador de histórias.

Contudo, no lançamento de seu novo livro, “Origem”, o quinto do personagem Robert Langdon, professor de simbologia de Harvard que protagonizou “O Código Da Vinci”, Brown mostrou sua faceta ateísta.

Ele disse que a humanidade não precisa mais de Deus, mas pode desenvolver uma nova forma de consciência coletiva, com a ajuda da inteligência artificial, que cumpriria a função da religião, uma ideia que está se popularizando nos EUA.

A trama de “Origem” é inspirada no questionamento “Será que Deus sobreviverá à ciência?”, explica Brown, enfatizando que isso jamais aconteceu na história da humanidade.

“Será que somos ingênuos hoje por acreditar que o Deus do presente sobreviverá e estará aqui em cem anos?”, questionou Brown, de 53 anos, em uma entrevista coletiva na Feira do Livro de Frankfurt, Alemanha.

Ele reconhece que suas opiniões não serão bem acolhidas pelos clérigos, mas pediu uma harmonia maior entre as grandes religiões e aqueles que não professam nenhuma fé.

“O cristianismo, o judaísmo e o islamismo compartilham um evangelho, liberalmente, e é importante que todos nós o percebamos”, afirmou. “Nossas religiões são muito mais parecidas do que diferentes”.

O escritor, que já vendeu 200 milhões de livros em 56 línguas, declarou que investigou profundamente e passou muito tempo conversando com futuristas para explicar isso na trama de “Origem”. 

Com informações das agências

Phonte: Gospel Prime

Por Redação RadioJovem

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